Uns fazem, outros falam. Estes últimos são representados pelo congresso do Moco, a que se juntaram as saias eclesiásticas.

Nunca em tão pouco tempo se juntou um grupo tão barulhento de nulidades cheias de si mesmo que nada contribuem para o país.

São os deserdados do santismo, os intelectuais sem cérebro, os indigentes que vivem à custa de aparecerem que se juntam, para, sem qualquer legitimidade, falar em nome da nação. Pobre nação que vivesse debaixo dos pés destas tristes figuras.

Há que os deixar falar e gritar. Aspergir as suas falsas águas bentas, e ver que são nada, representam nada, dizem nada.

São nadas.