Adalberto sabe que já perdeu e por isso desdobra-se em iniciativas em que coloca em causa, sempre, o processo eleitoral. É como aquela equipa de futebol derrotada por 7-0 e diz que a culpa é da relva do campo que foi mal-cortada.

Adalberto queixa-se todos os dias do processo aos meios de comunicação que lhe aparam o jogo. Num dia contesta à DW o registo eleitoral, no outro dia à VOA. E finalmente mete uma providência no Tribunal Constitucional sobre o registo eleitoral. Vai continuar assim.

A estratégia é clara, Adalberto não quer ir a jogo. Sabe que já perdeu, então está a inventar desculpas para não entrar no jogo e tentar promover levantamentos populares.

O problema é que Adalberto navega na ilegalidade, inventou uma aliança que não existe- e não somos nós que o dizemos- recebe dinheiros de origens estranhas e prepara-se para interferir nas eleições com ajuda da tecnologia israelita.

Já percebemos o que Adalberto, o derrotado, quer. Fazer barulho, impugnar as eleições e todo o processo anterior, fazer-se de vítima e depois faltar às eleições, alegando que não tem condições.

O jogo da vigarice está na mesa. E é Adalberto e os santistas, a começar por Isabel e Tchizé que não perdoam a João Lourenço ter desmontado os seus impérios com pés de barro.