O Observador, Mondlane, ACJ e Ventura: a Aliança do Caos

ByAnselmo Agostinho

27 de Janeiro, 2026

O que têm em comum, o jornal, dito “liberal”, português, chamado Observador, o activista revolucionário moçambicano Venâncio Mondlane, o bacharel ACJ e o extermista trumpista português André Ventura?

À partida, pareceria que nada, mas afinal, fazem parte da mesma aliança do caos, que quer terminar com as democracias e soberania de Portugal, Moçambique e Angola.

O Observador, sobretudo, através da jornalista Dulce Neto, não perde uma oportunidade para sempre de forma parcial e antagónica atacar Angola e os seus governantes, tendo-se tornado câmara de eco de Isabel dos Santos, Rafael Marques e outros agentes da subversão. Em Portugal, este jornal é tudo, menos liberal, assumindo-se como representante das correntes de extrema-direita Trumpistas de apoio a André Ventura. Caiu-lhe a máscara.

Ao mesmo tempo, Venâncio Mondlane faz um vídeo exaltado em que apela aos portugueses ao voto em Ventura. Acho bem que Mondlane tenha uma opinião sobre as eleições portuguesas; os portugueses também opinam sobre Moçambique e Angola, isso é bom. O que não é bom é ver que os destruidores de sociedades, de difíceis equlíbrios constitucionais estão unidos.

Em Angola, o bacharel ACJ e os seus apaniguados da UNITA, não perdem um minuto sem rezar pela vitória de André Ventura.

Há uma clara aliança da maldade, do caos, que no mundo lusófono envolve Mondlane, o Observador, Ventura, a UNITA de ACJ e muitos outros que sonham em subverter as constituições e as vidas pacíficas que as sociedades tiveram tanta dificuldade em obter.

Por último temos Ventura, que conta com o apoio do Observador, de Mondlane e da UNITA de Adalberto da Costa Júnior e em contrapartida os apoia e ataca sempre os governos legítimos desses países.

É a aliança do caos e deve ser combatida.