A 30ª edição da Feira do Livro de Havana, inaugurada no dia 20 de Abril e que decorreu até ao último dia do mês, contou com a presença de 35 países. Um dos países representados naquele que é a maior actividade literária da ilha caribenha, foi o nosso país; Angola levou uma delegação que teve a oportunidade de mostrar o potencial criativo literário nacional na Fortaleza de San Carlos la Cabaña, local onde decorreu a feira.  

Este ano, o México foi o país convidado de honra. Na cerimónia de abertura, esteve presente o Presidente da República de Cuba, Miguel Díaz Canel Bermúdez, e também a embaixadora de Angola em Cuba, Maria Cândida Teixeira.

Além do Presidente de Cuba, a cerimónia de abertura, ficou marcada com a presença de outros quadros de destaque, como o presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular de Cuba, Esteban Lazo, o ministro da Cultura cubano, Alpidio Alonso, e a secretária de Cultura do México, Alejandra Frausto Guerrero, representando o país de honra.

Nesta 30ª edição, os livros de autores nacionais, do género romance, conto, poesia, ensaio e antologia, além de miniaturas de pinturas e peças de artesanato, foram destaques no pavilhão de Angola, numa das mais importantes feiras do livro do mundo.

É de sublinhar também a presença da escritora e directora do Instituto Nacional das Indústrias Culturais (INIC), Domingas Monte e a directora da Biblioteca Nacional, Diana Afonso, na cerimónia de abertura da feira.

Domingas Monte aproveitou o ensejo para fazer a apresentação do seu livro infanto-juvenil, “O sapo azul”. À margem da participação na feira, a directora do INIC visitou algumas instituições cubanas e manteve encontros com os directores destas, no intuito de reforçar e reactivar o intercâmbio e a cooperação cultural entre Angola e Cuba.

No mês de Maio, a feira vai percorrer, em regime itinerante, todas as províncias de Cuba, durante o Festival Nacional de Cultura.

Em 2013, Angola foi o país convidado de honra da 22ª edição da Feira do Livro de Havana, um convite que levou a Cuba mais de 100 angolanos, entre escritores, artistas de várias disciplinas, agentes culturais, críticos de arte e jornalistas.