Durante meses a fio os jornalistas-activistas anunciaram aos angolanos e ao mundo que Joe Biden e os Estados Unidos iam derrubar João Lourenço. Não se percebe a loucura que os levou a pensar isso, além de pagamentos vindos do Dubai.

Eis, que de repente o governo americano dá um sinal claro de apoio ao combate contra a corrupção de João Lourenço ao declararem Kopelipa, Dino e Isabel dos Santos como certificadamente corruptos. Os jornalistas-activistas ficaram mudos. Contudo, rapidamente inventaram novas histórias, e de “grande amiga”, a América passou a ser o ” grande Satã “. Dizem que foi uma concessão angolana à Chevron que levou à atitude americana. Afirmar isso é má- fé ou ignorância. Se há companhias que têm pouco acesso à Administração Biden são as petrolíferas. Biden está empenhado na transição energética e quer poucas conversas sobre petróleo. Além do mais as negociações como a de Angola e Chevron demoram e seguem procedimentos complexos. Não se fecham em poucas horas para coincidir com o dia internacional da corrupção. O mesmo acontecendo com o processo necessário para as declarações que foram feitas a propósito de Kopelipa, Dino e Isabel. Seguem formalismos legais muito estritos previstos em norma aprovada pelo Congresso americano que são transparentes.

Os senhores jornalistas activistas deviam estudar antes de dizer disparates.

Há que referir que a ausência de outros nomes quer dizer uma coisa simples: os Estados Unidos consideram que não têm elementos.

A incoerência e invenção que tomou conta de alguns escritos de supostos jornalistas começa a ser a principal ameaça à liberdade de imprensa. Onde a mentira e a mistificação abundam, a liberdade é a primeira vítima.