Vivemos momentos de absoluta loucura com o caudal ruidoso que assola a capital do País, todos os interesses dos ávidos de vociferar ódio político e pessoal ao Chefe de Estado e Presidente do MPLA, se conjugam numa comunhão hipócrita fruto do tempo em que a ansiedade é mais forte que o raciocínio.
Não é a primeira nem segunda vez que João Manuel Gonçalves Lourenço, usando da sua privacidade, viaja para fazer exames médicos, já o fez nos Estados Unidos da América, em Espanha, e agora no Brasil, onde há especialistas de gabarito, e onde se deslocam vários homens de Estado de todo mundo.
Segundo nota do Governo brasileiro, indica que o Presidente de Angola, o cidadão João Manuel Gonçalves Lourenço, está a fazer exames habituais de rotina, próprio de homens da sua idade que zelam por uma medicina preventiva.
Ainda reportam as chancelarias das embaixadas acreditadas em Luanda, que o Presidente mantém-se em plenas funções e ativo na vida política do país:
Anunciou recentemente a intenção de se recandidatar à liderança do MPLA, além de continuar a liderar reuniões do Comité Central e a emitir notas diplomáticas oficiais.
Como costuma acontecer com figuras de Estado, as viagens privadas ou períodos com menor exposição mediática dão origem a rumores nas redes sociais, mas até agora tratam-se apenas de especulações políticas face ao momento que entrou no seu último ano presidencial.
Estes decibéis inflamados são decorrentes do funcionamento da democracia que garante a liberdade e a transparência, em tempos não muitos distantes o presidente viajava, ausentou-se múltiplas vezes sem que o País soubesse e nem desfrutava de espaço de reação, é o tempo saudável que vivemos onde a crítica responsável ganhou espaço, e essa diferença é um legado de João Manuel Gonçalves Lourenço.
Há espaço de liberdade à crítica, à diversidade de opiniões, à discussão política no lugar certo, mas há uma fronteira de exigência, de respeito pela privacidade do cidadão, e essa está claramente a ser desrespeitada, porque além da liberdade há uma aflição transversal a todo espectro político e partidário.
O facto das Instituições do Estado estarem em pleno funcionamento é garantia da consolidação da mudança, é o caminho seguro que levar-nos-á à concretização da Nova República.
Serei Breve

