O que eles dizem e escrevem 

ByKuma

9 de Julho, 2026

A campanha tóxica que emana da estranha idiossincrasia caudalosa e insidiosa contra João Lourenço, o MPLA, Governo e todas as instituições do Estado, entrou numa fase de espetáculo e de criação de narrativas históricas deturpadas, para branquear o passado miserável, e com isso projetar um futuro em contraste com a realidade presente.
As mentiras e oportunismos encenados em palcos coreografados com coloridos e ecoam um vazio atroz, peca por desgaste evidente dos protagonistas que não mudam e têm no seu historial um somatório de derrotas por clara rejeição de uma cidadania que os conhece e sofreu as consequências das suas violências e medos que não querem repetir.
Num momento em que Angola exige maturidade, estabilidade e foco no desenvolvimento, assistimos a mais uma tentativa da oposição de desvirtuar a realidade para proveito político imediato.
A ausência planeada do Presidente da República para exames médicos de rotina é um ato normal de transparência e responsabilidade que, em qualquer democracia madura, é tratado com naturalidade. Tentar transformar um procedimento de saúde num facto político demonstra apenas o vazio de ideias de quem não tem propostas para o país e prefere viver da especulação. As instituições do Estado estão fortes, coordenadas e em pleno funcionamento.
Da mesma forma, o debate sobre a mobilidade dos nossos jovens para o exterior, nomeadamente para Portugal, merece ser tratado com seriedade e não com demagogia. A circulação de talentos é uma realidade global. O papel do Estado não é limitar as escolhas individuais, mas sim continuar o trabalho árduo de transformar a nossa economia, criar oportunidades internas e garantir que Angola continua no caminho do crescimento. Perante a crítica destrutiva e a política do bota-abaixo, nós respondemos com trabalho, estabilidade e compromisso com o futuro de todos os angolanos. O que quer a UNITA? Amarrar os jovens, tirar-lhes a liberdade, cercear-lhes a vontade de conhecer o mundo que está ao alcance de click. Porque não emigraram antes? De Luanda não podiam sair, da Jamba qualquer tentativa custava a própria vida. Hoje desfrutam dessa liberdade, é também, uma grande conquista.
O Senhor Presidente da República é um ser humano. Cuidar da saúde é um ato de responsabilidade para com a Nação, garantindo que continua em plena capacidade para governar.
As instituições do Estado continuam a funcionar normalmente. O país não para porque o Executivo é uma máquina sólida e descentralizada. A isto chama-se liderança
Tentar fazer política com a saúde de um líder demonstra falta de maturidade democrática e desespero por parte da oposição, que prefere o boato e a especulação ao debate de ideias real.
Governar com seriedade exige transparência e zelo, inclusive com a saúde. Enquanto o Executivo trabalha na continuidade do Estado, a oposição tenta criar crises artificiais onde apenas existe rotina e responsabilidade.”
A migração entre países da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) é um fenómeno global e histórico, facilitado por acordos recentes de mobilidade. Jovens de todo o mundo circulam em busca de experiências, e Angola não é exceção.
Circular, estudar ou trabalhar fora é um direito e uma escolha pessoal dos cidadãos, não uma fuga. Muitos regressam mais qualificados para apoiar o desenvolvimento do país.
O foco deve ser colocado nos programas de diversificação económica, atração de investimento e criação de emprego que o Executivo está a implementar para reter talento a médio e longo prazo, algo que não se constrói de um dia para o outro.
A oposição critica, mas não apresenta soluções económicas viáveis ou alternativas reais para a criação de emprego que superem os desafios estruturais atuais. Pelo contrário assenta a sua ação em proclamações inócuas, trivialidades descontextualizadas, e tenta branquear a sua responsabilidade que se arrasta há muitos anos.
Há pontos de viragens históricas de todos os países desenvolvidos, mesmo os mais avançados do mundo têm emigrações consideráveis, Angola está a viver um desses momentos que não pode retroceder, cabe a quem de direito acionar os mecanismos democráticos para que não sejamos surpreendidos pelos aventureiros que não desarmam das suas intenções, é tempo de defesa intransigente do Estado de Direito e da Ordem Pública, temos de tornar irreversível a concretização da Nova República.