O terrorista político Graça Campos, sumidade na maledicência que expele veneno por todos os poros, cumprindo a sua agenda peculiar, veio a público, pasme-se, tentar condicionar a agenda de Sua Santidade Papa Leão XIV em Angola, julgando pela mesma bitola a postura Papal, com o ativismo político de alguns membros sacerdotais da Igreja Católica no nosso País. O terrorista de língua nauseabunda, imagine-se, classificou Angola de “lixo”, como se tivéssemos na Nação angolana 30 milhões de almas contaminadas pelo lodaçal onde chafurda o terrorista político Graça Campos.
Também o ativista político, com cada vez mais sinais de senilidade, Marcolino Moco, cumprindo a agenda de prisioneira da teia do ódio que cega e ataca indiscriminadamente o Governo e o MPLA, veio a público associar-se aos que retrataram propaganda política vergonhosa à custa dos nossos irmãos, que infelizmente sofreram danos comas cheias em Benguela. Esta mente prodigiosa que nunca se apagou da subserviência ao poder colonial, omitiu ou apagou-se da memória dada os tais sinais de senilidade, esquecendo-se que mesmo em Portugal recentes intempéries causaram mortes, destruição, as águas arrastaram pontes, romperam diques, interromperam autoestradas, como aconteceu em França, Alemanha, Brasil, Reino Unido e Estados Unidos da América.
Ao bom estilo da governação de Marcolino Moco, como governador e até primeiro-ministro, não bastam dinheiro ou poder autárquico, poder-se-ia atenuar se quando Marcolino Moco foi chefe do governo tivesse investido no homem, dando-lhe educação e formação, para que hoje houvessem técnicos capazes. Em vez disso, pactuou na roubalheira escandalosa que saqueou o Erário Público.
Mas não se ficou por aqui, cumprindo os desígnios da sua ala émepelista, silenciosamente infiltrada e sabotadora, como peão, veio também referir-se a Fernando Miala e Ana Dias Lourenço. Perante tantas insinuações covardes e desconexas, e porque creio que a memória ainda não me falha, deixo aqui uma interpelação: De todos os lugares de Marcolino Moco ocupou no Estado, e foram muitos, de contino a primeiro-ministro, para qual deles foi eleito? Não terão sido todos por ajuste directo? Imagino que seja triste e doloroso quando se é proscrito pelos seus pares, é como a ovelha expulsa do rebanho.
Haverá paralelo na transparência democrática na política angolana, igual à protagonizada por João Manuel Gonçalves Lourenço? Sob sua liderança, foi eleito por sufrágio universal, livre e democraticamente, Presidente da República. Cumprindo os Estatutos do Partido, marcou o Congresso do MPLA plasmado na Carta Magna do Partido, assumiu publicamente a sua candidatura à liderança, e foi mais longe, traçou o perfil do seu candidato à Presidência da República.
É da oposição ao governo, e dos intrusos camuflados num calculismo oposicionista e sabotador contra João Manuel Gonçalves Lourenço, no MPLA, que emerge o ruído permanente e cada vez mais intenso em consequência da realização do Congresso do MPLA e das eleições gerais em Angola. Mas como aqui tenho escrito e reafirmado, a realidade silenciosa trará à tona a verdade e a razão que deixarão em escombros e lamentações as insinuações e intrigas que minam o caminho e tentam contagiar a ação, mas a cidadania está atenta, e com esforço, dedicação e esperança, carregam na alma a determinação de não serem surpreendidos com aventuras e com o seu Voto apostem com sabedoria na via da Nova República.

