Com arranjos, composição, ensaios e orquestração a partir de 2017, com resiliência, ambição, esforço, dedicação e muita crença, tivemos a partir de 2022, a marcha do progresso dirigida pelo Maestro João Manuel Gonçalves Lourenço.
Desde então tivemos em desenvolvimento um plano sectorial no âmbito equilibrado das carências, muitas, e harmonia com a capacidade máxima de execução do Estado da Nação, um conjunto de infraestruturas que estão à vista, ignoradas por uma oposição cega e inadaptada à evolução, e por vezes limitada por iniquidade do Parlamento onde existem de quando em vez constantes posturas de desestabilização.
Temos uma máquina do Estado pesada, parcialmente desqualificada, e inadaptada às exigências da modernidade, compreende-se a função social da empregabilidade pública, só possível reciclar com desenvolvimento, tempo, e alargamento da empregabilidade privada e iniciativas de promoção do tecido empresarial familiar e micro e pequenas empresas, o que paulatinamente está a acontecer através de vários programas do Governo, no âmbito da capacidade financeira para investimento do Estado.
A Indústria está em pleno desenvolvimento, vão-se atingindo auto suficiências no sector fundamental agroalimentar, e o Corredor do Lobito vai ganhando forma para se tornar um eixo nevrálgico de produtividade dos solos através da capacidade humana.
Ontem mesmo, dois acontecimentos marcaram um dia de iniciativas altamente valorizadas, que dignificam o homem e valorizam a terra, visão marcadamente pela visão desde o início do consulado do Senhor Presidente da República.
No Biá, no município de Catabola, foi lançada a primeira pedra de um Polo do Ministério da Agricultura e Florestas, com um investimento nunca visto no sector, 100 milhões de dólares, para ser concluído em dois anos. Aqui vão funcionar estruturas de apoio à agricultura familiar para promover um permanente acompanhamento técnico. Tratamento dos solos, indicações à produção, e formação no terreno de técnicas de produção. É o tal desenvolvimento regional numa vastidão territorial, que a pequenez de muita gente que deambula a papaguear na capital, não conhece, não quer saber, não colabora, porque estão calcinados na maledicência e prostrados no passado.
Também no Ministério do Planeamento, ontem, Angola e a União Europeia assinaram em Luanda, um acordo de financiamento no valor de 50 milhões de euros, destinados à implementação do Projecto AGRINVEST – Oportunidades e Competitividade nas Cadeias de Valor Agroalimentares do Corredor do Lobito. Dispomos de silos, grandes armazéns junto à ferrovia, e estão a chegar carruagens frigoríficas que levarão peixe fresco de Benguela ao Luau, e retornar ao Lobito com produtos frescos da hortofruticultura. Isto ao longo de 1.300 km, com paragens em 50 locais, do Atlântico ao extremo Leste do País.
Quem em sã consciência, conhecedor da Nação angolana, no exercício da cidadania, em democracia e liberdade, pode hesitar na hora do Voto nas próximas eleições em 2027? Temos numa só voz, com firmeza, silenciar os aventureiros em busca de Poder para exercer apenas vinganças mesquinhas, e com patriotismo e esperança, apostar numa continuidade que só o MPLA pode assegurar, e porque, também, é neste contexto que caminhos aos olhos do mundo para uma Nova República.

