Membros palacianos do círculo restrito do monarca Mbundo, reizinho Lukamba “Miau” Gato, dizem que os conselheiros do reino, o Renovado traidor Eugénio Manuvakola e Marcial papagaio Dachala, divergem não no conteúdo mas na forma de atingir objetivos, mas as contradições emergem consoante a ventania.
Há fenómeno em Angola, nasceram como tortulhos, politólogos, especialistas em geopolítica, jornalistas especializados, constitucionalistas, esmagadora maioria matriculados em universidades, mas sem cursos concluídos, muito menos com teses de doutoramento, a exemplo do líder subserviente da UNITA, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, Adalberto Costa Júnior, “Betinho” de Quinjenge.
Começaram com o terceiro mandato, seguiram-se uma série de nomes, agem como caçadores atrás da presa, em busca alucinada do troféu, ultrapassam muitas vezes as fronteiras aceitáveis da Liberdade de Expressão. É que confundem o Senhor Presidente da República, com João Manuel Gonçalves Lourenço, presidente do MPLA. São, afinal, eles mesmos pela sua ignorância, que confundem o Estado com o MPLA, embora o Partido administre o Estado mandatado e legitimado pelos cidadãos.
A ânsia frenética pelo Poder, e a fobia para satisfazer os compromissos, geram precipitação e basta o silêncio para criar pânico nas hostes do Galo Negro, associados aos terroristas independentistas de Cabinda, vão somando derrotas que trazem à tona a total descredibilização da UNITA.
Agora perspectivam a implosão do MPLA, o dramatismo do vazio e a incapacidade de materializar propostas de governação, levam à multiplicidade de apelos, um dia querem um Pacto de governação, no dia seguinte desejam a tal Frente Patriótica UNITA para Alternância (não alternativa) do Poder, e agora surge a implosão do MPLA.
Angola não é um baralho de cartas, muito menos um jogo, Agostinho Neto perspectivou o chão da Sagrada Esperança, continua o chão Sagrado, mas a esperança foi cerceada e replantada em 2017, regada e adubada em 2022, e não pode morrer em 2027, o homem resiliente de Angola, de Cabinda ao Cunene, do Leste ao Mar, não vai permitir aventureiros que tresandam a passado, geminados com uma Extrema Direita internacional, racista, xenófoba,e com ligações ao narcotráfico, possa cercear de novo o futuro que já ilumina os amanhãs da Nova República.

