O Herdeiro Katyavala Bwila “Miau”

ByKuma

19 de Setembro, 2025

Katyavala Bwila I, ou simplesmente Katyavala 1680-1720, foi o primeiro Soma Inene (grande) do Reino Bailundo, nasceu na Lunda, mas separou-se e criou o seu Estado Tribal.
Encarnando a sua veia Separatista e Tribal, Lukamba “Miau” Gato (1954), o tataraneto soba katito (pequeno) mantém intacto o ADN e encarna a raíz autêntica do ódio a Portugal, e defesa da supremacia dos Umbundos em Angola, mantendo na UNITA a alma da restrição de integração de outros Povos de Angola.
A sua ambição desmedida trairia na hora certa, seguramente, Jonas Savimbi, como minou os mandatos de Isaías Samakuva, e manteve com rédea curta até agora o bacharel tirano psicopata intrujão ACJ “Betinho”, tendo com voz avalizada do seu conselheiro Eugénio Manuvakola.
Lukamba “Miau” Gato, integra o quarteto mais enriquecido da UNITA, a par de  outros dissidentes, Jardo Muekalia, Abel Chivukuvuku e Batista Tchindande. Também por isto, mesmo familiares e compadres, os dissidentes não suportaram a arrogância e prepotência do capitalismo do soba katito (pequeno).
Lukamba “Miau” Gato, mantém uma milícia ativa poderosa, disfarçadamente ocupada em experimentalismos agro-pecuários na sua Xitaca (fazenda) no Caxito, e outra no município do Mungo.
Ontem mesmo, na Reunião da Comissão Política Permanente da UNITA, no seu trono, subalternizado claramente o seu líder “fantoche”, dirigiu e ordenou a agenda subordinada ao tema, “UNIDOS PARA A ALTERNÂNCIA, ESTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO”.
Mas hilariante são os argumentos apresentados pelo rei katito (pequeno), o seu analfabetismo político funcional, e a demência da sua ambição, trouxeram-no a público fazer notar a sua liderança inequívoca, assim, nas redes digitais e nos canais do Galo Negro publicou:

“A FRENTE PATRIÓTICA UNIDA
O que algumas pessoas ainda não compreenderam é que, mais do que uma simples sigla, a FPU representa um espírito de luta, mudança e ampla partilha de responsabilidades. Esse espírito tem raízes profundas e mantém-se com a mesma intensidade ao longo do tempo.
Por ser uma iniciativa genuína, não se trata de algo que se plagia ou se imita. A FPU é fruto de uma longa experiência nas lides da política angolana, uma criação viva da nossa própria história.
O lema escolhido para o XIV Congresso da UNITA, marcado para o final do mês de Novembro faz exactamente jus ao que acima ficou dito:
“UNIDOS PARA A ALTERNÂNCIA, ESTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO”.

Mas como Angola não é o Reino do Bailundo, é um País dotado de um Regime Repúblicano, detentor de um Sistema livre e democrático, com legitimidade territorial internacionalmente legitimada de Cabinda ao Cunene, do Atlântico ao Extremo Leste, Uno e Indivisível, tem hoje gente atenta, capaz, sem as marcas da guerra e virada para o futuro, um cidadão reagiu ao ditador, racista e tribalista, Lukamba “Miau” Gato, e faço dele as minha palavras:

“Se a intenção da UNITA , quer de facto, manter a FPU como coligação eleitoral em 2027, então nada mais natural — e necessário — do que assumir esse compromisso de forma clara, pública e inequívoca.
A sociedade precisa de transparência e coerência. Não se pode evocar o espírito da Frente Patriótica Unida apenas como inspiração moral ou retórica, enquanto nas decisões práticas tudo continua centralizado e indefinido.
A FPU não pode ser apenas um ‘estado de espírito’.
Ou é uma estrutura político-eleitoral com responsabilidades partilhadas — e, portanto, reconhecida publicamente com regras claras — ou será apenas uma memória simbólica de 2022.
Num momento em que o povo clama por unidade na oposição, a ambiguidade só serve ao adversário. Se a alternância é o objetivo, a clareza de propósitos é o primeiro passo.
O país precisa saber com quem contará em 2027. O tempo de hesitações e discursos vagos já passou.” 
 
Mendes Da Conceicao Mendinho

A demagogia néscia é de arrepiar a inteligência dos cidadãos, e as declarações do monarca caduco e enlouquecido, movido a ódio, alimentado a inveja, e contagiado pela pesadelo da realidade, afirmou ainda:

“O que algumas pessoas ainda não compreenderam é que, mais do que uma simples sigla, a FPU representa um espírito de luta, mudança e ampla partilha de responsabilidades. Esse espírito tem raízes profundas e mantém-se com a mesma intensidade ao longo do tempo.
Por ser uma iniciativa genuína, não se trata de algo que se plagia ou se imita. A FPU é fruto de uma longa experiência nas lides da política angolana, uma criação viva da nossa própria história.

Raízes profundas de uma derrota em 2022?
Raízes profundas de uma parceria desfeita, clandestina, sem dono?
Meu Caro Lukamba “Miau” Gato, como eu o conheço, dói-me na alma a extinção da nossa amizade, tenho até saudade das nossas discussões, mas eu tenho o meu coração inteiro prisioneiro do meu chão ocre empoeirado, da minha gente boa que ambiciona uma luz de esperança, e como eu, sabe que a UNITA é uma fraude política que jamais conseguirá reabilitar-se para os desafios do presente e do futuro.
Não adianta enviesar o emergir da realidade, definitivamente Angola já está num novo patamar geracional e de exigência, há um Estado para Refundar, há uma Constituição a ser elaborada de raíz, há necessidade de implantar uma nova diversidade política livre da ancestralidade e capaz de partilhar o mundo democratico civilizado, há todo um caminho a percorrer, desafiante por ser ambicioso, sedutor pelas conquistas, alicerçado na generosidade e fraternidade, com uma sociedade solidária, com orgulho numa cidadania que só pode, dadas as circunstâncias já repetidas, ser possível com uma Nova República.