Mais um discurso da UNITA que foi buscar a Primavera e os acordos de Bicesse, declarando-se responsável por esses acordos e pela própria Primavera angolana. Temos uma UNITA senhora do Tempo…
Mas, o que ACJ e a UNITA estão a perceber é que o tempo deles se está a esgotar, com os factos descobertos no tribunal do Huambo. Por isso, o discurso rapidamente cai nisso e na exigência do resgate das instituições. Instituições, diga-se de passagem, de que Adalberto faz parte.
Como qualquer espertalhaço está nas instituições para o que lhe convém e não está para o que não lhe convém.
E o discurso conta uma história de quem está aflito, dizendo que o julgamento do Huambo se trata duma manobra do partido que está no governo para inviabilizar a candidatura do bacharel Adalberto, dando exemplo da decisão do Tribunal Constitucional de 2021. E aqui está o erro:
A decisão do Constitucional de 2021 não inviabilizou a candidatura dele. ACJ foi as eleições e obteve um bom resultado.
Lá se vai a teoria das manobras políticas através de judicial. A história prova o oposto da teoria conspiratória da UNITA.
E ninguém inventa as provas que foram produzidas no tribunal do Huambo. O problema deles é que ninguém se dignou assistir ao julgamento…e por isso, não fazem a mínima ideia do que fala, limitando-se a inventar conspirações inexistentes. Como fazem todos os aprendizes de feiticeiros quando são apanhados em flagrante delito.
No final, surgem os apelos à comunidade internacional, às manifestações, a tudo e mais alguma coisa que evite que Adalberto e os outros se sentem no banco dos réus.
Tarde demais, não se tivessem envolvido em actos terroristas!