Ofensiva criminosa

Os atentados permanentes devidamente estruturados no SOVISMO, planeados pelos mercenários ACJ “Bétinho” e Abel “Totozinho” Chivukuvuku, a coberto da UNITA/FPU, são uma agressão criminosa contra pessoas e instituições do Estado, e transmitem uma ideia retrógrada ao mundo, de Angola e dos angolanos.

Torna-se insuportável o ruído ensurdecedor e repetitivo da ofensa, da acusação, da insinuação, que semeiam em todos os espaços que se vendem, desde canais de televisão ao terror cibernético manuseado por terroristas que insistem na anarquia e pânico, em busca do medo permanente.

Quem no estrangeiro é invadido pela propaganda e pela mensagem da UNITA/FPU, na voz de ACJ “Bétinho” e dos adjuntos e capatazes Lukamba “Miau” Gato e Kamalata “Idiota” Numa, pensa estar Angola confrontada com uma Guerra Civil latente, a ideia de aprisionar as Urnas de Voto, sequestrar as Assembleias, é uma instigação ao crime público, que em qualquer Democracia levaria esta gentalha para a interdição de Direitos Cívicos.

A FPU que foi parida clandestinamente como Frente Patriótica Unida, deu agora lugar, sem vergonha, a Forças Unidas Patrióticas, é um assumo de afrontamento à emancipação da cidadania, é a escandalosa falta de identidade de um projecto que não passa de uma aventura de consequências imprevisíveis.

Nota-se o desespero a cada dia que passa, há muitos kwatchas a fugir do Galo Negro, outros silenciam-se com medo dos inquisidores, sucedem-se os testemunhos da instabilidade emocional e intelectual de ACJ “Bétinho”, até a jornalista Ana Margoso, outrora fiel samakuvista, apercebeu-se da fragilidade e perigosidade de ACJ, e é hoje uma corajosa dissidente.

Urge silenciar este terrorismo camuflado da UNITA/FPU, mesmo derrotado nas Urnas, vai deixar marcas que levarão tempo a cicatrizar, há investimento parado, há muitas empresas em compasso de espera numa Europa em crise, futuro da juventude não se compadece com este turbilhão de ameaças que pairam no ar à custa de um grupo que quer recuar ao tempo do saque e da corrupção.

O mundo moderno e civilizado, os Estados democráticos, esperam que o Governo de Angola assegure a Democracia, está e confia em João Lourenço, é hora de continuar, Angola não nasceu agora.