No esplendor hediondo e tresloucado de uma tirania estampada num complot externo de agressão à unidade territorial e coesão dos Povos de Angola, teremos hoje no palco de Cabinda, em euforia, ambiente festivo e pompa milionária, ACJ “Bétinho” a dar voz ao terrorismo internacional golpista, aplaudido ferverosamente pelos seus sequazes, a propagar o separatismo e desintegração, abrindo espaço e dando vez, a criminosos armados com as mãos sujas de sangue angolano.

A irresponsabilidade criminosa da política popularucha, tem invariavelmente custos elevados, os mistérios insondáveis da clandestinidade e subversão, mesmo obscurecidos, vão revelando os propósitos, mas com gentalha escroque que vive à margem da Lei, não se deve nem pode ser-se condescendente, são uma parasitagem sem valores nem princípios, que matar e condenar foi tudo quanto fizeram na vida.

A ideia de desintegração do território não é nova, depois da promessa de referendos em Cabinda e nas Lundas, Lukamba “Miau” Gato crê que será trunfo para o Galo Negro a ideia de transferir a capital do país para o Huambo, uma forma de sentir em casa e decretar o Umbundo como língua oficial e o francês como primeira língua estrangeira, são desígnios enraizados que vêm de longe.

No SOVISMO persistem os conflitos internos, a rejeição de Abel “Totozinho” Chivukuvuku cresce diariamente, a repulsa por Marcolino “Idiota” Moco vai inchando, mas o tirano segue a marcha dependente dos pagantes, há, no entanto, observadores que estão incrédulos com a ainda legitimidade da UNITA em Angola, oxalá não tenhamos de assistir, dentro de algum tempo, um filme de terror a contar histórias tristes do nosso chão.

Até quando…???