A promiscuidade continua a pautar a bicefalia na UNITA, a oligarquia déspota familiar assumiu o controlo das decisões mais importantes, e alheia a controvérsias avança com a presunção de serem os donos do Partido.

Na lista de candidatos a deputados que pretensiosamente julgam ganhadora, há uma legalidade politicamente desonesta para quem tanto, falsamente, apregoa moralismos e probidade.

Em lugares de destaque priorizam-se os seguintes candidatos;

Dois filhos e uma nora de Samuel Chiwale.

Uma filha e genro de Ernesto Mulato.

Uma filha e genro de Eugénio Manuvakola.

Esposa e irmão de Marcial Dachala.

Dois irmãos de Abel Chivukuvuku.

Duas esposas e dois irmãos de Lukamba Paulo Gato.

Uma irmã de Adalberto Costa Júnior.

Um Partido que tanto ruído fez pelo voto na diáspora, assiste agora os seus delegados a serem fustigados nos locais de acolhimento, pelo facto de não terem nenhum emigrante candidato a deputado à Assembleia Nacional.

Fala-se ainda, sujeito a confirmação, na candidatura de Fátima Roque a de sua Filha Paula, bem como um sobrinho de Marcolino Moco residente no Huambo.

ACJ “Bétinho” já perdeu definitivamente a liderança, o processo é evolutivo, Lukamba “Miau” Gato, Eugénio “Arrependido” Manuvakola, Abel “Anjinho” Chivukuvuku e Marcial “Capataz” Dachala, são já os decisores do império clandestino e subversivo, com raízes cada vez mais profundas no racismo, tribalismo e separatismo, vulnerabilidades a troco de um punhado de votos ou ruído na rua.

Falta seriedade, exige-se respeito, a Democracia a Liberdade, e a Liberdade é assegurada pela Lei, uma Coligação mascarada de Partido Único, deverá ser um caso inédito de desafio às Instituições e uma afronta ao Estado de Direito, pressupõe um totalitarismo que nos transportam para exemplos assassinos.

Chega!!! Basta!!!