Há uma obsessão em Angola, envolvendo membros de ambos os principais partidos, com o papel dos americanos nas futuras eleições de Agosto. Até parece que se Biden não gostar dos resultados vai mandar os fuzileiros invadir a marginal de Luanda.

A verdade é bem diferente. Os EUA preocupam- se mais com as eleições nas Honduras (nas suas traseiras) do que com Angola.

Os EUA não têm tempo, vontade e interesse para arranjar problemas com Angola. De Angola querem que contribua para a estabilidade da região e abra os mercados para empresas americanas. De resto querem sossego.

São os angolanos que votam nas suas eleições e que devem resolver os seus problemas.

Angola quer a amizade dos EUA, mas não a sua interferência.