O Congresso Proforma vai realizar-se mesmo sem Quórum, a sala vai encher para aclamar o tirano, que face ao medo instalado, como tantos ditadores inflamados será legitimado por aplausos da capoeira, e marchas ruidosas nas ruas, escalando e desafiando o trilho do Poder.

Apoiado cada vez mais por fundos sonegados aos angolanos pelos marimbondos, de mãos estendidas ao apoio externo de Isabel dos Santos, em perene confronto com a legalidade, compram-se apoios legitimadores internacionais em nome da UNITA/FPU com a liderança de ACJ e Chivukuvuku, um líder que já não é, e outro sem Partido, vendendo externamente Angola como terra sem Lei.

Preparam-se viagens à Europa e Estados Unidos da América onde a peso de ouro se organizam com Lobby’s e ONG’s, encontros fantasmas para a propaganda, reuniões pomposas com rótulos de Pan-Africanismo, regadas a champanhe acompanhado de caviar, onde terceiras e quartas figuras aparecerão engravatados nos retratos, quiçá com foto tiradas nas escadarias do Capitólio.

Definitivamente a UNITA com ACJ vê-se cerceada da sua legitimidade democrática, a autoridade institucional diluiu-se na rua, disseminou-se pelo ativismo subversivo, já é um epicentro de ameaça permanente, com perca declarada de legitimidade e honorabilidade para participar em Acto Eleitoral, as consequências de uma derrota estão à vista, e há cumplicidades ativas e passivas.

Além da pré concepção de vitória, que até poderia ser um slogan pré-eleitoral, há a agravante de ser em simultâneo ensaiada à exaustão uma reação insurrecional de não aceitação de resultados, para isso movimentam-se pessoas e meios para o conflito que inevitavelmente se avizinha.

A primeira vítima desta escalada da tirania é a própria UNITA, o medo e a pressão do banditismo condicionaram a realização do Congresso, o que seria se a Comissão Política não decidisse? O ruído não se fez presente por acaso, a orquestra está bem afinada, e o Galo Negro está aprisionado na capoeira de ACJ e o seu leque de alienados, à boa maneira de Hitler anulou o Partido, engoliu Chivukuvuku na FPU, desta vez não vai precisar mais do grupo da Vila Alice para o apoiar, e assim apagou a herança de Jonas Savimbi e está a escrever a sua própria história.

Caberá mais uma vez, ao contrário do que parece, ao MPLA defender Angola e a sua integridade territorial, as suas Instituições de sustentabilidade do Estado, a cada dia que passa a tarefa será mais difícil, a raiz da crueldade é egocêntrica, tem nome, ACJ.

O princípio do fim da UNITA…!!!