O “Miau” é doutorado em línguas; agora, diz “Piu Piu”.
O presidente do congresso do Galo Negro, o Mbundo Paulo Lukamba “Miau” Gato — incumbente do discurso deprimido e subserviente, bacharel, tirano, psicopata e intrujão —, a par de ACJ “Betinho”, revelou grande nervosismo no início da semana ao vir a público disparar contra tudo e todos, ensaiando uma cegueira torpe e ignóbil, digna da boçalandia.
O bicho felino, de garras afiadas, veio atacar o BASTA, chamando o seu criador de “verme”, a exemplo de Bela Malaquias. Esta linguagem violenta é sazonal, demonstra nervosismo, e na capoeira andam a fazer de tudo para tentar abafar a presença do Senhor Presidente da República na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas.
Aproveitando as redes sociais digitais, os incumbentes e avençados disparam em todas as direções, mas, como nada têm para oferecer como alternativa para governar o País, vão buscar propaganda alheia para desvalorizar o desenvolvimento e as conquistas do atual Executivo liderado por João Manuel Gonçalves Lourenço.
O incumbente déspota publicou:
“África não pode continuar a exportar matérias-primas, importar alimentos e chamar a isso desenvolvimento. Quando um país tem terra, água, mão de obra e mercado, deve procurar transformar esses recursos em produção, emprego e rendimento para as suas próprias populações.
Em 2017, houve uma grande expectativa de mudança. Quase dez anos depois, a pergunta que se impõe é simples: o que mudou estruturalmente na vida dos angolanos?”
É aqui que reside o busílis da questão: o mundo tem o retrato feito da realidade de Angola, sabe quanto foi conseguido tendo como herança uma dívida incontrolável, enfrentou uma pandemia (COVID-19) e, durante muito tempo, o petróleo pouco mais valia do que os preços de produção.
Angola tem hoje um índice de investimento estrangeiro nunca antes conseguido; essa conquista fez-se com segurança, estabilidade, normalização, determinação e um rumo definido.
O “Betinho”, engenheiro inacabado, diz-se em autoelogio, como é apanágio dos narcisistas, que é um especialista em estatística, mas nas contas da capoeira do galo as leituras andam muito erradas. Serão feitas do avesso?
Um grande amigo meu, grande amigo do “Miau”, à volta de uma muambada com funge e saka-saka, surpreendeu-me e desabafou: “Kuma, estou farto da UNITA, estou cheio de tanta burguesia, deixei de ser servente”.
Venha a Nova República…!!!

