Sociologicamente, nos tempos modernos, diz-se que a educação começa em casa, na família, embora haja também que levar em conta o meio ambiente em que a criança vive e o local onde reside.
A escola forma, transmite conhecimento, e ao Estado cabe dar à escola pública a capacidade de preparar a criança para os desafios em cada fase da sua vida.
Hoje, em Angola, milhares de escolas, milhões de alunos, professores e auxiliares de educação começam a desfrutar de equipamentos adequados às exigências modernas e, algo muito importante, a merenda escolar já chegou a 3 milhões de crianças. Basta olhar para o país como um todo e não escamotear a realidade à dimensão nacional por causa do problema da pressão demográfica ingovernável em Luanda e em toda a sua região periférica.
Neste início do ano letivo, é notória a preocupação e a determinação do Governo, com o empenho do Senhor Presidente da República e da Primeira-Dama, daí o esforço no investimento na educação e na formação, tal como sublinhado no balanço feito em Ndalatando, Cuanza Norte, onde se realizou o IV Conselho Consultivo do Ministério da Educação.
É assim que se vira mais uma página da Nação angolana, o novo rumo em busca de equilíbrios e harmonização capazes de reduzir assimetrias, o caminho é longo e desafiante, mas os sinais de mudança são encorajadores.
Assim se aprende a democracia, ganha-se a liberdade, conquista-se a dignidade da cidadania, e mais importante, paulatinamente vão-se calando os detratores encartados e uma oposição impreparada e míope, serão ofuscados pela luminosidade da esperança que traz em 2027 a Nova República.

