As Gargalhadas dos Imbecis

ByKuma

19 de Setembro, 2026

Há fome em Angola? 
Há fome no Mundo? 
É um assunto incontornável na humanidade nos dias de hoje. Todavia, há uma escala nas causas e nas consequências; são fenómenos que exigem determinação no combate, as soluções nunca chegam no tempo desejado, e a preocupação de quem de direito nunca é entendida.
Porém, em Angola, o Governo é fustigado pelo oportunismo oposicionista através dos seus avençados (de barriga cheia), que exploram nas redes sociais imagens quase pornográficas, com montagens que normalmente exageram nas apreciações.
A realidade não é um oásis, mas o crescimento demográfico exponencial é uma realidade agravada dado o centralismo ingovernável na periferia da cidade de Luanda, capital do país.
A realidade não pode ser analisada com ligeireza e leviandade, mas hoje mesmo, ouvindo Graça Campos, David Boio, Helena Ferreira e Evaristo Mulaza na Rádio Essencial, chega a meter nojo o esforço no desenvolvimento da maledicência.
Não por acaso, hoje ficaram sem convidados, e os ausentes que viram a perceção de ferir a sua honra foram catalogados como “vira-casacas”. O Graça Campos, num hino ao seu inveterado veneno crónico, até falou no “chicote” para ir buscar os convidados.
É vergonhoso como se servem da fome alheia para justificarem as suas mordomias escandalosas. O David Boio até sabe que as meninas que ele explora, quando as leva ao restaurante, metem comida na bolsa.Vergonhoso.
A Fome Global e o Espelho Angolano: Entre a Realidade e a Manipulação Política.
A fome é, sem margem para dúvida, o flagelo mais dramático e incontornável da humanidade nos dias de hoje. Trata-se de uma tragédia transversal que afeta tanto o plano global como o contexto local, exigindo uma escala de resposta rigorosa, estruturada e determinada. Contudo, as soluções raramente chegam no ritmo desejado pelas populações afetadas, e a genuína preocupação institucional é frequentemente incompreendida ou deliberadamente distorcida por agendas partidárias.
O Oportunismo Político e a Esbodiação Mediática.
Em Angola, esta dor humana é tratada com o respeito institucional e a sobriedade humanitária que merece. Contudo, o Governo é constantemente alvo de investidas de um oportunismo oposicionista cego, protagonizado por comentadores e avençados, confortavelmente instalados nas suas posições e de “barriga cheia”. Nas redes sociais, assiste-se a um espetáculo lamentável de exploração de imagens hiperbolizadas e, por vezes, montadas com o único propósito de chocar, distorcer a realidade e maximizar o sofrimento alheio para proveito político.
Naturalmente, a realidade económica e social do país não é um oásis. O país debate-se com desafios estruturais profundos, agravados por um crescimento demográfico exponencial e por um centralismo demográfico e administrativo excessivo, que sobrecarrega de forma quase ingovernável a periferia da grande metrópole que é Luanda. Contudo, reconhecer estes desafios exige lucidez, sentido de Estado e rigor analítico, e não a leviandade demagógica a que assistimos quotidianamente no jornalismo dependente dos fundos especulativos.
A Falência do Debate na Comunicação Social.
O debate público não pode continuar a ser refém de narrativas baseadas na maledicência e no insulto sistemático. Em programas recentes emitidos na Rádio Essencial, protagonizados por figuras como Graça Campos, David Boio, Helena Ferreira e Evaristo Mulaza, o esforço diário para fomentar o rancor e a difamação atinge contornos intoleráveis.
O culminar desta postura sectária viu-se quando os comentadores se viram sem convidados no programa: aqueles que recusaram participar, preservando a sua dignidade e recusando legitimar aquele circo, foram imediatamente rotulados de “vira-casacas”. O tom intolerante atingiu o seu auge com as declarações de Graça Campos, num verdadeiro hino ao seu veneno crónico, ao sugerir o uso do “chicote” para obrigar os convidados a comparecerem.
É profundamente vergonhoso verificar como estas vozes se servem cinicamente da fome dos mais vulneráveis apenas para legitimar e sustentar as suas próprias mordomias escandalosas. Preocupa particularmente a hipocrisia de figuras como David Boio, (que leva as meninas ao restaurante e colocam comida na bolsa), cujas contradições morais e práticas de exploração laboral quotidiana entram em total colisão com a falsa altivez moral que pretendem ostentar nos microfones da rádio.
A luta contra a pobreza e a fome em Angola exige união, trabalho árduo e pragmatismo, e não o aproveitamento parasitário de quem faz do sofrimento alheio o seu principal capital político e financeiro. Este escárnio e maldizer tem de ter um fim, os reguladores têm de fiscalizar os limites, liberdade não é libertinagem, e Angola tem múltiplos problemas herdados e muitos deles já foram contornados, não se mata a fome sem um programa social, e não há programa social sem desenvolvimento e produtividade.
Creio porque acredito que o futuro está a fazer o seu caminho, é a preocupação cimeira do Senhor Presidente da República, daí a esperança que em 2027 haja uma continuidade capaz de gerar novos amanhãs, isto conseguir-se-á com a consolidação da Nova República.