Angola atravessa um momento político incontornável da sua história recente. Com o Presidente João Lourenço a cumprir o seu segundo e último mandato por imperativo constitucional, o país assiste a uma intensa disputa interna no seio do MPLA pela sucessão da liderança.Mais do que uma transição partidária, esta contenda expõe um confronto direto de visões: por um lado, o rumo reformista de consolidação institucional, combate à corrupção e diversificação económica; por outro, a tentativa desesperada de regresso ao passado de opacidade financeira e privilégios desmedidos.
A viragem política operada por João Lourenço, iniciada de forma decisiva e aprofundada nos últimos anos, desmantelou o sistema de corrupção sistémica que drenava os recursos do erário público.
A recuperação de ativos a favor do Estado, particularmente em gigantes estratégicos como a Sonangol e a Endiama, devolveu ao povo angolano a soberania sobre a sua riqueza.
Esta política implacável de justiça económica feriu de morte os interesses de uma elite intocável do tempo de José Eduardo dos Santos, popularmente conhecida como “marimbondos”, cujos principais rostos se encontram hoje dispersos por refúgios internacionais:Isabel dos Santos, auto-exilada no Dubai; Manuel Vicente, retirado em Singapura;General Dino, a gerir fortunas a partir do Médio Oriente;Higino Carneiro, que, dispondo de um património colossal em Angola, Portugal e França, tem tentado assumir a linha da frente do combate político interno.
A tentativa de Higino Carneiro de ascender à liderança do MPLA colidiu frontalmente com a legalidade estatutária e a transparência democrática. A comissão de verificação encarregue do escrutínio invalidou a sua candidatura após detetar graves irregularidades, entre as quais:Contradições estatutárias e falta de idoneidade pessoal e política;Falsificação de assinaturas;Processos pendentes na justiça, que configuram matérias do foro criminal sob escrutínio do Ministério Público.
Este veto institucional demonstra que o partido no poder não pode, nem deve, capitular perante figuras cujo passado judicial e político colide com os princípios da ética republicana.
Perante a incapacidade de vencer no terreno democrático e institucional, os barões do antigo regime investiram somas astronómicas numa sofisticada máquina de desinformação e guerrilha digital.
O objetivo é claro: denegrir a figura do Presidente da República, distorcer a realidade socioeconómica do país e reescrever a história recente.O aspeto mais sintomático desta conjuntura é a convergência objetiva entre a oposição interna dos descontentes do MPLA e a UNITA.
Utilizando os mesmos consultores de comunicação internacional, pagos a peso de ouro com capitais de origem duvidosa, ambas as facções convergem na mesma narrativa de terra queimada.
Unem-se no ódio ao reformismo de João Lourenço porque partilham o receio de um Estado de direito onde a justiça funcione sem privilégios.A narrativa de crise fabricada pelos opositores contrasta abertamente com a realidade palpável de um país em mutação estrutural:Desenvolvimento de Infraestruturas: Investimentos críticos em redes viárias, energéticas e logísticas que reforçam a coesão do território nacional.
Crescimento Industrial e Humano: Aposta firme na diversificação económica, na produção nacional e na formação técnica e académica de quadros jovens.
Abertura Social e Prestígio Internacional: Melhorias graduais no setor social e uma projeção externa inédita.
Pela primeira vez, Angola assume uma liderança regional incontestada em matéria de estabilidade, segurança e autoridade democrática, granjeando a confiança sólida das instituições financeiras e multilaterais globais, acrescida da sua fundamental raiz cristã.A batalha política em curso em Angola não é uma simples querela partidária, é uma escolha civilizacional.
Permitir o regresso dos velhos protagonistas equivaleria a desatar as mãos de quem saqueou o país durante décadas e a entregar o futuro nacional a uma agenda de ressentimento e vingança pessoal.
A estabilidade de Angola e o seu rumo de progresso exigem a defesa intransigente das reformas institucionais e o fecho definitivo do ciclo da impunidade.
É neste contexto que que Angola não pode vacilar na continuidade, seria um retrocesso de consequências catastróficas imprevisíveis não seguir o perfil traçado pelo Senhor Presidente da República, o país tem de privilegiar os seus pares na empreitada da mudança, ninguém, ninguém mesmo apresentou uma alternativa com substância, a responsabilidade da caminhada cabe ao MPLA, pela sua experiência, pela sua capacidade de regeneração, porque é a esperança da esmagadora maioria da cidadania, daí ser João Manuel Gonçalves Lourenço, quem tem que assegurar o MPLA para que com estabilidade, segurança, confiança, possa garantir a democracia, assegurar a liberdade, e serenamente criar a equipa que concretize a Nova República.

