Angola no Rumo Certo

ByKuma

10 de Agosto, 2026

Angola vive atualmente um momento incontornável da sua história contemporânea. Sob a liderança do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, o país consolidou uma rota de transformação profunda, pautada pela afirmação geopolítica, pelo reforço multilateral e por um dinamismo económico sem precedentes que atrai investimentos estratégicos vitais para o desenvolvimento nacional.

Esta liderança firme tem colocado Angola na vanguarda da diplomacia regional e internacional, garantindo conquistas que refletem a vontade soberana do povo angolano: a paz, a estabilidade e a modernização das infraestruturas e da economia.

Apesar dos avanços inequívocos, assiste-se a tentativas recorrentes de contrainformação e a narrativas de vitimização por parte de setores políticos e figuras públicas cuja idoneidade tem sido alvo do escrutínio público e legal.

A estratégia de agitação social, as ameaças veladas de ruptura institucional e a recusa sistemática em aceitar as regras democráticas evidenciam um passado que o país não pode nem deve repetir.

Discursos inflamados, teatralizações político-partidárias e tentativas de subverter a autoridade do Estado colocam em causa o bem mais precioso dos angolanos: a paz social e a segurança coletiva. 

Figuras associadas a práticas de corrupção e enriquecimento ilícito tentam instrumentalizar o descontentamento, procurando escapar à justiça e à percepção pública da falta de probidade moral e política. 

A ameaça recorrente de boicote aos processos eleitorais e a aposta na anarquia revelam a incapacidade de aceitar o veredito das urnas e a supremacia do Estado de Direito.Angola não pode ceder a chantagens políticas nem a agendas ocultas que hipotecam o futuro das próximas gerações.

O compromisso coletivo deve centrar-se na defesa intransigente da legalidade democrática e no aprofundamento das reformas estruturais.

É urgente prosseguir com determinação, fortalecendo as instituições e garantindo que a soberania popular prevaleça sobre qualquer tentativa de insurreição. 

Como instrumento essencial para debelar os resquícios do passado de conflito, modernizar o Estado e adaptar as leis fundamentais aos desafios do século XXI, baseada na transparência, no mérito, na justiça social e no desenvolvimento sustentável, alicerçada na liderança visionária do Presidente João Lourenço.

O futuro de Angola pertence aos cidadãos que acreditam no trabalho, na ordem e no progresso, e não àqueles que persistem na cultura da confrontação e da instabilidade.

O rumo está traçado e o compromisso com a soberania nacional é irreversível.A UNITA multiplica-se em festas comemorativas, a sua postura revela o seu ADN cuja matiz foi sempre dependente, além de ser um partido político de cariz tribal, acorrentado ao passado onde emergem hierarquias tradicionais ancestrais, já foi apoiada desde a sua inicial subsistência pelo poder colonial, pelo Apartheid da África do Sul, pela CIA no consulado de Ronald Reagan, com a exploração e venda de ouro, marfim e diamantes, e com o afastamento de Isaías Samakuva da liderança, passou a ser financiada pela extrema direita de Viktor Órban, pelo narcotráfico através de Sissoco Embalô da Guiné Bissau, por Isabel dos Santos com os fundos da corrupção, e agora pela meios secretos de Putin e dos fundos do Qatar para promoção do fundamentalismo islâmico, hipotecando o futuro de Angola se viessem, embora remotamente, a conquistar o Poder no País.

A base de conselheiros e operadores digitais é coincidente com a de Higino Carneiro, há similitude na metodologia e coincidência no alvo a abater, o carnaval no Uíge vai repetir-se noutras paragens, as declarações à porta dos tribunais também vão repetir-se, mas se excluirmos os avençados, a indiferença da cidadania é geral, o elo de confiança estabelecido como Senhor Presidente da República, é a garantia inequívoca de segurança na continuidade que irá levar-nos à Nova República.