A Democracia do Absurdo

ByKuma

7 de Julho, 2026

Estamos cada vez com maior intensidade a viver em Angola com uma oposição totalmente focada na desinformação nas redes sociais. A democracia dos likes, assente na  fabricação do absurdo e intriga em Angola, lançando insinuações e provocações ruidosas como alternativa política. Vivemos em Angola um tempo de pós-verdade, em que a fragilidade da oposição, desfrutando de democracia e liberdade nunca antes experimentadas, tenta incutir claramente a denúncia legítima com uma postura insidiosa desgastante.
Nesta perspetiva, a atuação política de certas franjas da oposição política nacional encabeçada pela UNITA, e partidária promovida por Higino Carneiro, é vista não como uma alternativa programática ou de governação, mas sim como uma estratégia assente na desestabilização emocional e na criação de narrativas paralelas.
João Manuel Gonçalves Lourenço está doente em fase terminal? Que indecência, que desejo pérfido, que mentes lamacentas nauseabundas.
Ana Dias Lourenço vai assumir a presidência? O que move esta oposição política partidária de mãos dadas?
É Cristina Lourenço que vai vender a UNITEL? A ignorância gera incoerências vergonhosas, afinal como se gere uma Bolsa de Valores? Tem Isabel dos Santos moral para dissertar desta forma? Já não há pachorra para o contorcionismo branqueador de uma culpa factual e pública.
O monarca Mbundo, reizinho déspota Lukamba “Miau” Gato, no seu trono, demarcando a sua coutada independente, com leis ancestrais, falou à plebe num “grito de guerra”, só que se esqueceu de dizer que o Reino Ovimbundo foi derrotado por uma força de 140 homens comandados pelo colonialista português Teixeira da Silva, que alienou todo o povo Mbundo, tornando-o no mais alienado de todos os Povos de Angola. O déspota Lukamba “Miau” Gato, é fruto desse desiderato factual, viveu como privilegiado no Huambo, não se misturava com “Negros”, vestia roupas da Nova York, o pai Zacarias tinha carro, e estudou no Colégio Norton de Matos. Será que tem um espelho em casa? Na sala de visitas tem uma grande foto de José Eduardo dos Santos. 
Os argumentos centrais são que, face à dificuldade em apresentar soluções técnicas e viáveis para os problemas estruturais do país, como a diversificação económica ou a gestão de infraestruturas, recorre-se à personalização do debate. A intriga política substitui a discussão de programas decretos e orçamentos, focando-se em ataques reputacionais a figuras do Estado e em teorias de conspiração sobre os bastidores do poder, assim se arregimentam lideranças, esmo subservientes e transitórias, como a do bacharel deprimido tirano psicopata intrujão, Adalberto Costa Júnior “Betinho”, e da ilusão mental debilitada de Higino Carneiro, que se complementam nos objetivos.
Esta vertente aponta para a amplificação de incidentes menores ou a criação de cenários irrealistas para captar a atenção pública. Ao desenhar um quadro onde as instituições estão em constante colapso iminente ou onde decisões administrativas corriqueiras são interpretadas como “golpes” ou “crises profundas”, procura-se desgastar a confiança do cidadão no sistema.
Com a massificação das redes sociais em Angola (como o Facebook, You Tube e o WhatsApp), a propagação de desinformação tornou-se um terreno fértil. A narrativa crítica argumenta que plataformas digitais e blogues afetos à oposição utilizam deliberadamente dados manipulados, fotografias fora de contexto e notícias fabricadas para gerar indignação popular rápida, capitalizando o descontentamento social sem a necessidade de verificação factual.
Para quem partilha desta análise, o grande perigo desta postura é a degradação da qualidade do debate democrático. Em vez de se discutir “como” melhorar os serviços básicos, o espaço público é inundado por reações a polémicas artificiais, o que acaba por polarizar a sociedade e atrasar o consenso em torno do desenvolvimento nacional. 
Por inoperância do Ministério Público, cujo Procurador Geral Hélder Pita Grós, hoje tido como incompetente e cúmplice cuja saída não deixa saudade, pelo contrário, gera um profundo alívio, criou-se em Angola um vasto espaço de impunidade. Urge mais do que nunca implementar exigência e responsabilização, Angola está a ocupar um espaço que contraria a ideia de uma África sem lei, o Senhor Presidente da República virou uma página da nossa história, com pragmatismo, determinação e convicção democrática, colocou-nos noutro patamar, não há milagres de obras feitas, há esforço, dedicação e uma fé inabalável, é só olhar o retrovisor e ver o caminho percorrido desde 2017, as pontes construídas desde 2022, e olhar em frente e pelo parabrisas ver no horizonte o brilho da esperança em 2027, numa Nova República.