A estratégia acutilante e ruidosa como a UNITA do monarca déspota Mbundo reizinho Lukamba “Miau” Gato, e do seu líder deprimido e subserviente, bacharel tirano psicopata intrujão, Adalberto Costa Júnior “Betinho”, defendem acirradamente a elegibilidade de Higino Carneiro para a liderança do MPLA, é assente numa idiossincrasia de uma falhanço colossal, que vai desde a foragida Isabel dos Santos, da falta de integridade política de Higino Carneiro, mas sobretudo, na constatação de uma derrota inapelável que emerge cada vez mais do medo da verdade, ou seja a incapacidade de concretizar as tais vitórias antecipadas.
Mete dó verificar a UNITA baseada na política espetáculo, desde as viagens de luxo de ACJ “Betinho”, ao desfile diário de um novo riquismo que ostenta luxo, erotismo, vaidade, do novo modelo de militância protagonizado por Irina Diniz.
Que pobreza, que vergonha, passear superioridade na cidadania desfilando luxos oriundos de origem percepcionada na corrupção e branqueamento de capitais.
Ouvimos na ruas, avenidas, supermercados, Isabel dos Santos é uma ladra, Higino Carneiro é um corrupto, são inúmeras as meninas/senhoras vítimas de assédio sexual silenciadas pelo medo.
A disputa política da UNITA é com o PRA-JA de Abel Chivukuvuku, ocupam a mesma coutada dominada pela seita déspota familiar oriunda da Jamba, o MPLA tem o seu caminho, a sua responsabilidade em comunhão com o Povo, daí a exigência porque os aventureiros fundamentalistas agarrados ao passado estão à espreita, Mikhail Gorbachev, com a Perestroika e a Glasnost, derrubou o passado soviético, abriu caminho à modernização da Rússia, até que o KGB Vladimir Putin, voltou aos tempos da servidão voluntária e o resultado são a fome o centenas de milhares de mortos.
As bandeiras da oposição em Angola, sobretudo do Galo Negro, foram esvaziadas pelos avanços em áreas fulcrais da governação, multiplicam resultados de desenvolvimento sustentado,
Angola está internacionalmente reconhecido como um Estado credível, confiável, estável, que vai ocupando um lugar cimeiro em África.
É um País cristão, de matriz livre e moderno em vias de desenvolvimento, que escolheu o caminho seguro em 2017, confirmou em em 2022, e acredita na democracia que consolidou, na liberdade que conquistou, e na mudança que concretizar-se-á em 2027 com a Nova República.

