Numa afronta mesquinha, desprezível, desrespeitosa, os componentes da seita imbecil e analfabeta política funcional, enquadraram numa forma maldosa com encenações tenebrosas, o Senhor Presidente da República e Presidente do MPLA, José Manuel Gonçalves Lourenço. Foi um verdadeiro atentado à liberdade de expressão, associada à presunção de arautos da abjeta superioridade moral e ética democráticas.
O objetivo claro era falar mal, denegrir e acusar o Chefe de Estado com posturas e narrativas imaginárias, nem sequer conseguiram, tal a ânsia frenética da maledicência, debater no abstrato, tiveram de colocar o bom nome do cidadão João Manuel Gonçalves Lourenço, na pauta da agressão à sua dignidade e cercearam-lhe direitos de cidadania.
José Gama, o habitual franco atirador, Sérgio Raimundo e o seu aluno Teixeira Cândido, ambos juristas, Hélder Preza, o engenheiro política e partidariamente proscrito, e os estafetas do ódio e ignomínias, Graça Campos e David Boio, tinham todos um troféu em disputa, qual deles conseguiria desempenhar o papel de “asno” que mais alto zurrava.
Anda esta gentalha há 3 anos a supor que o Senhor Presidente da República desejaria um terceiro mandato. Cansaram-se, morderam-se, o silêncio de João Lourenço, para já, calou os disparates transversais a toda oposição maldizente, da oposição partidária aos pistoleiros avençados sem vergonha. Seguiram-se sucessores, Adão Almeida, Carolina Cerqueira, Manuel Homem, Ana Dias Lourenço, fora o somatório de insinuações que despontaram da fértil imaginação pérfida e lamacenta.
Agora trouxeram para a ribalta teorias da conspiração, uma candidatura a vice-presidente, criar uma vacatura, que Graça Campos, teria um míssil para matar o presidente e João Lourenço, por inerência concluiria o mandato. Até quando a cidadania angolana vai estar exposta a este cortejo de barbaridades? Até onde os instrumentos de defesa da democracia irão permitir que este carnaval agrida impunemente? O silêncio e omissão das tutelas, com esta gentalha que se julga impune, pode ser interpretado como medo ou covardia, foi com esta postura que a PGR no consulado de Hélder Pita Groz, por laxismo, incompetência e cumplicidade, deixou que proliferassem abusos, verdadeiros atentados à OrdemPública.
Esta seita que tem claramente objetivos políticos, nada do que fazem é inocente, embora levem o pé além do chinelo, não deixa de dizer nas entrelinhas que qualquer resultado eleitoral que não seja a vitória da UNITA é uma fraude. Nem sequer estão atentos ao fenómeno das lutas serradas na oposição, nem na falta de adesão da sociedade civil (a verdadeira), à tão proclamada Aliança, querem vender uma realidade inexistente a um Povo atento, sabedor e responsável, basta sair de Luanda e percorrer o País, não bafejar ilusões a partir de Lisboa, vejam o que o Governo está a fazer, o que o País está a produzir, procurem saber como se desenvolve o turismo, interno e externo, informem-se quantas empresas e cidadãos estão a entrar na cadeia fiscal a pagar impostos, constatem a crescimento exponencial dos descontos para a Segurança Social, são estes os medidor de crescimento e desenvolvimento da Nação angolana, são estes os alicerces, firmes, resistentes, onde se constrói a esperança de uma Nova República
Manicómio Essencial

