O Ridículo e a Falta de Vergonha ainda não Matam

ByKuma

15 de Março, 2026


Ainda que não possamos valorizar a boçalidade política e banalidade da obtusa fundamatenção democrática, que com alarido foi manifestada pelo monarca Mbundo, reizinho Lukamba “Miau” Gato, aplaudido pelos seus súbditos ignorantes, não podemos ficar indiferentes pelas força das redes sociais que chegam, também, aos desprevenidos que podem embarcar num somatório de mentiras e de deslealdade intelectual digna de uma inadaptação atroz ao urbanismo e realidade que a cegueira não deixa enxergar.

Começou pelo capitão de Jonas Savimbi, Adriano Sapiñala, nascido em 1977, em busca de minas no meio de uma lavra. De seguida, no cadeirão emproado de megalómano de excelência, o líder subserviente, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ Betinho” de Quinjenge, feito relógio digital, repetiu o vocabulário gasto, das eleições transparentes e das vitórias pírricas (Épiro 279 a.C.) que tanto apunhalam a Nação angolana.Mas hilariante, de almanaque, para rir à gargalhada, é a análise que o monarca Mbundo faz, da intervenção do Presidente do MPLA, João Manuel Gonçalves Lourenço.

Vejamos:  Ao afirmar que os comícios não ganham eleições e ao recomendar as estruturas do seu partido uma mobilização porta-a-porta, o Presidente João Lourenço parece esquecer um princípio elementar da política: um partido que governa há cinquenta anos não precisa de mobilização, precisa de apresentar obra e ponto final. O “porta-a-porta” é, por definição, trabalho dos partidos na oposição. Em suma, uma liderança verdadeiramente patriótica e responsável preocupa-se em estruturar a Nação, investindo no homem e no seu futuro. Já outros limitam-se a procurar artifícios para ganhar ou fingir que ganham as próximas eleições.”O general de fisga, Lukamba Paulo da UNITA, já foi derrotado vezes suficientes dentro do Partido, já devia estar nos seus aposentos a gozar das fortuna de herdou de Jonas Savimbi e da que lhe proporcionou José Eduardo dos Santos, de resto, no tempo que há-de vir, terá muitas contas a prestar à história das estórias que estão por contar. Mas, puxando pela sua recente memória que impulsionou a sua veia historiadora, pode escrever sobre muitas dívidas que ainda estão na mente viva de milhares de militantes:Quantos generais da UNITA morreram em combate contra o MPLA?Quantos políticos tombaram condenados pela justiça da Jamba, por desejarem a democracia em Angola?É que a UNITA está cheia de generais, heróis, distintos lutadores contra as FAPLA.João Batista ChindandeSamuel ChiwaleDemóstenes ChilingutilaBen BenKamalata NumaN’Zau PunaMuzuriAntónio DemboSachipengo NundaINTELECTUAIS:Jaka JambaJorge ValentimAlcides SakalaJardo MuekáliaJoão Vahekeni Jerónimo WangaJosé N’DeleOnde estão os outros todos que diziam ocupar o território e comandavam 30.000 guerrilheiros?

Quem matou mais gente da UNITA? Vocês ou o MPLA?

Quem destruiu tudo por onde passou?

Quem minou, destruiu, matou e parou o Corredor do Lobito (CFB), que hoje sabe-se quanto custa reerguer de novo?T

em a UNITA moral para questionar eleições e os estado da Nação angolana?

Quantos candidatos o MPLA, na ótica da UNITA já teve o MPLA para as eleições de 2027?

João Lourenço (terceiro mandato)Fernando da Piedade Dias dos Santos (Nandô) Adão de Almeida,Carolina Cerqueira,Mara Quiosa,Isaac dos Anjos,Higino Carneiro,Manuel Homem.

Agora os ventos de Leste apostam a partir de Muangai, na candidatura de Ana Dias Lourenço.

Este vazio da UNITA quanto à realidade angolana, advém, a meu ver, do partido estar alienado a forças especulativas que apostam na subversão, na sabotagem, no enfraquecimento do Estado, é desta teia aventureira e saqueadora que o Galo Negro se alimenta, mas as mesmas redes sociais que transmitem tantaa intrigas e mentiras, são as mesmas que veiculam as verdades, depois é o cidadão que na sua sabedoria confere a obra feita.

Há lacunas, há muitas sim senhor, mas somos um País de dimensões e desafios gigantescos, vieram do Bié, do Huambo, do Cuando Cubango, as nossas gentes fugidas do terror da UNITA, e hoje criou um problema insolúvel, a pressão demográfica em Luanda e periferia.

Quantos generais, políticos, deputados, filhos da Jamba moram hoje nas províncias? Habitação, escolas, hospitais, solidariedade social, não caem do céu nem se plantam ou semeiam, é preciso gente e dinheiro para construir, o desequilíbrio do ordenamento territorial é uma lacuna grave que exige técnicos experimentados, engenharia técnica e social, só resolúvel com um Pacto Nacional.

Onde está a UNITA? Acantonada num labirinto sem saída, já lá não vai pelas estrelas, o mundo mudou, estamos no tempo do GPS.Eh, o tempo é implacável, também eu já tenho a meta à vista, mas sei que Angola está no caminho que a levará ao futuro em que irão desabrochar sorrisos nos rostos daqueles que com crença e esperança darão as boas vindas à Nova República.