Num curto espaço de tempo o mundo viajou da percepção até à realidade, e os valores são hoje em dia de uma volatilidade extrema, segurança e estabilidade são inegáveis pilares da cidadania e desenvolvimento. Os oásis de ontem, paradigmas do paraíso na terra, tremeram como gelatina face a ameaças externas.
Em consequência das dúvidas, incertezas e bloqueios, temos um futuro imediato que irá condicionar a vida da humanidade, energia, navegação, fertilizantes, aviação, morte, ódio, deslocados, infâncias comprometidas, egoísmos que erguem novas fronteiras. Mas, paradoxalmente, a realidade diz-nos que as oportunidades emergem e deslocam-se, África tem uma nesga de oportunidade por um somatório de benefícios que pode extrair no desiderato desta nova globalização. Tanto na vertente do Índico, virado para o Sol Nascente, como no Atlântico com os olhos postos no Sol Poente.
Infelizmente no nosso País, de forma estranha, está instalado um ruído louco e desnecessário, que mesmo sem substância credível, polui, compromete, incomoda, e desvirtua conquistas que neste momento são vitais para consolidação do desenvolvimento económico, social, assente num rumo encetado pelo Governo desde 2017, reforçado em 2022, que se tem traduzido na valorização do espaço e da cidadania, em democracia e liberdade.
A cada vez mais evidente ausência de uma postura patriótica da UNITA, com um desfile carnavalesco permanente, revelando o desnorte característicos dos aflitos, exige vigilância e cumprimento de regras de convivência política e social, em certas matérias já ultrapassaram o risco da benevolência dos instrumentos de defesa da democracia.
Na perene vitimização vergonhosa, quase indigente, o monarca Mbundo, reizinho Lukamba “Miau” Gato, que persiste na presunção da supremacia Umbunda, em consonância com líder subserviente do Galo Negro, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho” de Quinjenge, vieram com alarido, além dos slogans gastos, anunciar uma união política contra a UNITA. É verdade, nada disto é novo, tudo quanto vem à tona é o reflexo do seu próprio espelho. Não é a UNITA que já anunciou dezenas de vezes e continua a anunciar a tal Ampla Frente Unida para derrotar o MPLA? Não são os “maninhos kwatchas” que anunciam a exclusividade da sociedade civil? Quem é a sociedade civil? Qual é o programa de governo da UNITA para que alguém possa aderir com convicção? A UNITA aceita uma coligação em que retire a bandeira do Galo Negro do boletim de voto e o seu líder subserviente, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho” de Quinjenge, da liderança? Respondam!!!
A agenda do Senhor Presidente da República não é condicionável por pressões de inadaptados aos mínimos exigidos da governação, e João Manuel Gonçalves Lourenço, Presidente do MPLA, não é um catavento que gira à volta de conveniências oportunistas, o rumo foi definido em intervenção pública, hoje mais do que nunca o perfil é assertivo, é tempo de exigência, conhecimento, liderança respeitabilidade, experiência, aliados a um sentimento patriótico que não vacile, está aberto o caminho da mudança na continuidade, o sol já clareou a esperança, ela faz acreditar na Nova República.

