Chico-Espertice

ByKuma

13 de Fevereiro, 2026

Em mais uma festa de arromba, daquelas que dava para dar de comer a muita gente, os falsos moralistas da UNITA, ainda anuncia com pompa o festim. Mas não estaria completo se não arrastasse mais uma mentira descabelada, a propaganda diz que, foram cumprimentos do corpo diplomático. Que corpo diplomático? De que embaixadas? Nas fotos só aparece em peso a oligarquia déspota familiar, encabeçados pelo monarca Mbundo, Lukamba “Miau” Gato, e a sua esposa, a ministra sombra do Galo Negro, Felicidade Chipuca Paulo.
Só um reparo: Não é estranho que para quem tanto defende o separatismo, tivesse feito emergir o reino Mbundo, apresenta-se com vestes tradicionais do séc.XIV, se apresenta-se no festim com fato da Yves Saint Laurent e perfume de chanel, sapatos e gravatas italianas? Não é mais esquisito ainda que a feira ede vaidades tenha acontecido no iluminismo da capital?
Mais estranho foi a intervenção pública do monarca, entende o rei Mbundo, Lukamba “Miau” Gato, que ser ativista só se justifica se for contra o governo, é uma aberração ser ativista pró-governo, tentando mais uma vez confundir a opinião pública com a tradicional miopia.
O ativismo é partidário, e neste caso só pode ser visto como ativismo pró-UNITA ou pró-MPLA, e também aqui se nota uma grande diferença. Mas mais bizarro é não entender que haja partidos na oposição dispostos a dialogar com o Governo, entendendo como obrigação da oposição, no Parlamento, votar contra o Orçamento de Estado. Esta visão torpe e ignominiosa, de política enviesada, é o factor da decadência do Galo Negro, sempre com a destruição no ADN.
É triste, muito triste, que em pleno séc.XXI. após 24 anos de adaptação à urbanidade, ainda persistam mentalidades clandestinas e posturas de guerrilha permanente, mesmo trancados no medo das asneiras, têm a oportunidade de evoluir na civilidade através das redes sociais digitais, é tempo de evoluir na cidadania dignificando-a, são vantagens oferecidas por um País que tomado pelo progresso, erguendo a modernidade, que será cada vez mais irreversível com a brisa serena, mas segura, da Nova República.