Política Fotográfica

ByKuma

12 de Fevereiro, 2026

Multiplicam-se desfiles de moda parisiense, o fotógrafo diz-se intoxicado com perfumes da Chanel e Dior, vendidos clandestinamente pela nova vice da UNITA, Felicidade Chipuca Paulo, segunda esposa do monarca Mbundo, Lukamba “Miau” Gato, que vende também perucas indianas. É a política na sua forma mais exibicionista, impressionista, desgastante, para esconder a iniquidade de quem não tem mais nada senão a ambição do Poder.

Dar posse a múltiplas comissões, governos sombra, apresentação de cumprimentos, todos os motivos para brindar com champanhe francês, enquanto escorrem fundos da alienação ao narcotráfico do Pastrana, da extrema direita, que apostam no separatismo e exploração dos recursos naturais do País.

O líder subserviente do Galo Negro, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, arrasta-se em aparente sorrisos forçados, expressão real de quem sabe que caminha para uma meta inalcansável, e o monarca Mbundo, Lukamba “Miau” Gato, diante da real fraqueza das suas tropas nas urnas, vem a público apelar a uma partilha do Poder. Presunçoso, sem qualquer sinal ténue de humildade, vem publicamente escrever, nas redes digitais, que o Partido Vencedor não deve governar sozinho. 

Se em vez de andarem com políticas rasteiras e subversivas, conseguissem desempenhar com honestidade e competência, e até urbanidade, a sua representação parlamentar na Assembleia Nacional, cumpririam um desígnio constitucional dentro das regras da democracia. Não podem receber casas, carros, salários e subsídios, facilidades e imunidades, e depois portarem-se como arruaceiros e obstaculizadores da governação.

Tenho informação segura de um membro da côrte Mbunda, do interior do palácio real na Vila Alice, que estrategicamente, a inteligência do reino da oligarquia déspota familiar, aconselha a concretizar a Frente Ampla Patriótica para Alternância do Poder, só depois do Congresso do MPLA, o líder subserviente, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, poderá não liderar a corrida podendo ser substituído pela reserva, com a formalização da FAPAP.

Esta tragicomédia, própria de vira-casacas traidores, que se Renovaram mas continuam velhos, com vícios ancestrais, seria hilariante se não fosse trágica, mas, com certeza, irá colidir com a barreira invisível erguida pela vontade dos cidadãos, em democracia e liberdade, e até 2027, falta pouco, estará mais iluminado o caminho da crença e da esperança da Nova República.