Para quem não Sabe e Para quem não quer Saber

ByKuma

18 de Janeiro, 2026

Angola atingiu auto-suficiência na produção carne bovina e milho.
As províncias da Huíla e do Cunene, depois das gigantescas obras de irrigação implementadas pelo atual governo, já fornecem cereais e hortícolas à Namíbia.
Do Icolo e Bengo e Benguela já se exportaram bananas para a União Europeia.
Do Cavaco já chegaram a Portugal centenas de toneladas de manga,abacate, e mamão.
De Waku Kungo já se exporta produtos agrícolas transformados, extraídos da terra.
Do Uíge já se exportaram em 2025 cerca de 15 milhões de euros em café.
Do Bocoio e Monte Belo, já embarcaram no Porto do Lobito, milhares de toneladas de abacaxi.
Já se encontra nos mercados europeus, óleo de palma, fuba de milho e mandioca e peixe seco, bagre, corvina e garoupa, múcua, kizaka e pasta de amendoim.
Agora é noticiado que em parceria com os portugueses da Melro, chegam da Fazenda Girassol, no Zaire, toneladas do fruto mais caro do mercado, a Pitaya, que do entreposto no Bombarral vai ser distribuída por toda a União Europeia. Produção de 500 trabalhadores angolanos.
Estamos a falar de um universo de 10.000 trabalhadores angolanos com formação, um celeiro para futuros empresários do nosso País.
É tal desenvolvimento silencioso para que os sabotadores não compliquem e os terroristas digitais não distorçam a realidade, esta é a verdade de uma nação em movimento alicerçada no desenvolvimento. Não é em Paris, com extremistas e investidores do narcotráfico, Angola não pode estar à mercê de narcotraficantes e corruptos em busca de eldorados, como Pastrana da Colômbia e Embaló da Guiné Bissau.
A democracia exige desenvolvimento, a liberdade conquista-se com autonomia pessoal e coletiva assente na produtividade, de conversa e promessas está parte de do mundo em derrocada.
Todo este progresso inegável, assenta nos incentivos e motivações do Governo, obedecendo aos critérios do Senhor Presidente da República, mas é essencialmente implementado por capital privado, são estas as raízes da Economia de Mercado, modelo de enriquecimento de tantas nações.
O triste, é que mesmo a comunicação estatal, tantas vezes acusada de bajuladora, omite sistematicamente estas conquistas, poderá ser omissão, incompetência, cumplicidade, é todavia assunto que engorda a lista que exige mudanças urgentes, é este o caminho que tem percorrer a inovação, exigência e meritocracia, para que uma vez fortalecida a democracia e a liberdade, possamos entrar na Nova República.