João Lourenço fez um reflectido discurso à juventude em que demonstrou a esperança que ele e a nação têm que os jovens se tornem o motor do progresso e crescimento de Angola.

A visão do Presidente surge em poucas, mas assertivas frases.

Em primeiro lugar, é responsabilidade dos jovens “determinar o curso desta disputa eleitoral” pois a juventude” constitui a grande maioria da nossa população.”

Mas se os jovens determinam o resultado das eleições, têm uma responsabilidade maior que é a de “gerar as transformações económicas e sociais de que o país ainda carece”.

Os jovens são agentes da mudança e não observadores passivos do que acontece.

E no âmbito das preocupações dos jovens, tem especial destaque a Educação.

“Hoje, o conhecimento técnico-científico representa, no cenário mundial contemporâneo, um dos pilares imprescindíveis para o crescimento e desenvolvimento dos países.

A visão que defendemos é que não basta que os jovens vão para as universidades para obter diplomas, ou para passarem de classe e, no final, adquirem o grau de licenciados, mestres ou doutorados.

É preciso que o façam, mas tendo bem presente o contexto da sua formação e da utilidade da mesma num mundo cada vez mais global e competitivo. “

É isto mesmo, a universidade tem de preparar para a vida, não é um repositório de teorias e sebentas que ninguém usa ou percebe, é uma plataforma para o saber prático e o avanço individual e colectivo.

“A Universidade é hoje um espaço de diálogo, de partilha e de circulação de conhecimento que, uma vez colocados em prática, contribuem para a resolução dos inúmeros problemas sociais e estruturais ainda existentes no nosso país”. 

Também é fundamental “uma elevada aposta na promoção da investigação científica e na parceria com distintas instituições homólogas estrangeiras.”

E fica o desafio do Presidente, a sua visão que a todos deve estimular:

“Com esta visão, estaremos então a permitir que o objectivo de ter universidades angolanas situadas entre as melhores de África e figurando no ranking mundial seja uma realidade.”

Deixemo-nos de miserabilismos e queixumes. Um país não se constrói com vitimização constantes e choraminguice à portuguesa.

Vamos a isto!

 Vamos colocar as universidades angolanas como as melhores de África!

Este é o desafio para os próximos cinco anos.