Está cada vez mais evidente que a UNITA interiorizou a mobilização externa e abriu as portas ao intervencionismo terrorista, para sabotar o sistema político eleitoral, através de todas as possibilidades de sabotagem, mesmo agitando e apelando à rua para a desordem e afronta ao Estado de Direito Democrático.

ACJ “Bétinho” prepara nova viagem acompanhado de uma equipa que vai receber formação em Israel, com especialistas altamente qualificados em técnicas de sabotagem eleitoral e comando de agitação de rua. É a UNITA a espelhar as suas origens, sempre a apostar nas interferências estrangeiras para agredir a autoestima e a dignidade dos angolanos.

Lukamba “Miau” Gato viajou para a África do Sul, na sua mansão em Joanesburgo reúne-se com uma equipa contratada para a desordem anárquica que já dispõe de elementos em Luanda, são mercenários ligados ao Galo Negro desde tempos longinquos do Apartheid, é a fase belicista dos Kwatchas em ação.

Abel “Anjinho” Chivukuvuku”, o supra sumo da política, é comido com molho de cebolada pelos capatazes e cipaios analfabetos políticos funcionais, com auréola de insubstituível o ex-UNITA, ex-CASA-CE e futuro PRA-PRA, por enquanto nada ou clandestino FPU, apela a todas as sombras dos fantasmas que dele se apossaram, para não perder o comboio eleitoral.

Este somatório de contínuas agressões a Angola por parte de uma UNITA tida como Partido Político, é base de uma seita que na sua ação perniciosa acaba de apelar aos EUA-Estados Unidos da América, para intervir no Processo Eleitoral angolano, no mesmo dia em que, por confiança e prestígio da governação do Presidente João Lourenço, visitava Luanda a Subsecretária de Estado Norte Americana, reforçando as relações com o Estado Angolano, à semelhança de todas as grandes Nações mundiais.

O tribalismo, racismo, separatismo e belicismo, a ignorância total e falta de noção de Estado, estão intrinsecamente ligados à UNITA, ACJ “Bétinho” e a oligarquia familiar déspota dirigida pelo patriarca tirano Lukamba “Miau” Gato, amplificaram todos os estes pressupostos identitários, a desconfiança dos cidadãos é notória, daí este apelo urgente à intervenção externa, os angolanos, definitivamente, não acreditam mais na UNITA, mesmo com o mercenário BONGA a cantar para os Kwatchas, pago a peso de ouro.

Haja vigilância, actue-se com determinação, salvemos a Democracia.