Em guerra ou em paz, os governos são permanentemente escrutinados pelos inimigos, opositores, inquisidores nacionais e internacionais. Angola nunca foi nem é exceção, cobiçada externamente é policiada e agredida pelos dependentes e alienados da corja internacional que vive da desgraça, são abutres que se associam e alimentam-se do sangue e suor alheios, tornando-se em elos de um terrorismo viciante que se enraíza na postura que os torna fora da lei.

Temos assistido nos últimos dias um inusitado inchaço nas afrontas ao Presidente da República, vale tudo, ultrapassa-se impunemente as fronteiras do respeito e do bom senso, e na ausência de argumentos para contestar João Lourenço no presente, caluniam e distorcem o passado com intrigas escandalosas que, a seu tempo, envenenaram a Jamba e levaram à morte de inocentes em ajustes de contas de autênticos boçais.

A oligarquia déspota e familiar que aprisionou a UNITA é composta por gente sem nível cultural nem intelectual, muitos diplomas conseguidos a troco de diamantes e marfim, e age impunemente porque sempre viveram sem lei, mas enquanto cidadãos são portadores de um passado que carece de intervenção da PGR, pelo saque de património e responsabilidade de mortes inocentes em território angolano.

O garimpo que durante anos suportou o esforço de guerra contra os angolanos e a compra de espaços de influência em África e no Mundo, continuou em tempo de Paz. Quem explorou e quem usufruiu desses milhões que foram vendidos durante anos até hoje? Com quem estão as máquinas, geradores, Unimog’s, escavadoras, que exploravam o leito dos rios? Será que o marimbondo Lukamba “Miau” Gato não tem nada para dizer?

Onde foram parar, em tempo de Paz, os 5 milhões de dólares que a UNITA recebeu da venda do terreno onde estava prevista a construção da sua sede em Luanda, e foi construído o Hotel SKINA?

Onde estão os milhões que permaneciam em Londres de onde eram feitos todos os pagamentos internacionais da UNITA?

Quem usurpou as malas de notas de dólares que Jonas Savimbi tinha na Jamba como se de um banco se tratasse?

Como aconteceu o desaparecimento de uma mala com dinheiro da venda de três kilos de diamantes, num táxi em Paris, confiado a Tony da Costa Fernandes pouco antes de desertar do Galo Negro?

Como adquiriu Lukamba “Miau” Gato a sua mansão na Rua Feliciano Castilho na Vila Alice, numa fase da sua vida em que notou proximidade com José Eduardo dos Santos.

Como conseguiu fortuna e tornou a filha uma das maiores empresárias de Angola, João Baptista Tchindande, com propriedades em Portugal, em tão pouco tempo como governador do Cuando Cubango?

Como conseguiu ACJ “Bétinho” como estudante de curso inacabado, comprar casa no Porto e fazer vida com evidentes sinais exteriores de riqueza?

Pois é, essa tática de atacar para se defender exige, também regras balizadas em Leis que regem o país, a clandestinidade tolerada acaba sempre mal, são vícios que se instalam, são minorias que se auto intitulam com direitos, que se vulnerabilizam com dependências clandestinas de sabotadores que em momento algum podem ser ignorados.

Haja Justiça…!!!