Com uma precisão sofisticada, Rafael Marques publicou um relato das aventuras de Tchizé dos Santos como empreiteira em Angola com o título “TCHIZÉ: A GRANDE EMPREITEIRA DOS 650 MILHÕES DE DÓLARES” no MakaAngola, a 13 de Dezembro.

O público ficou a saber o que não sabia: Tchizé recebeu mais de meio bilião de dólares para fazer obras paradas.

Ficou-se a perceber o ódio que espuma nas redes sociais contra João Lourenço. De facto, deve ter sido devastador deixar de receber estas somas milionárias do pai.

Tchizé reagiu ao artigo com o habitual descontrolo, insultando tudo e todos, a começar pelo Presidente, mas curiosamente não negou uma linha do artigo. O que a chocou foi a denúncia, não os factos.

Contudo, o mais interessante não é a reacção directa de Tchizé ou a confirmação que fez dos factos descritos no MakaAngola.

O interessante é que no dia seguinte os “activistas” entraram em campo. Vindo do nada, surgiram notícias por todo lado plantadas afirmando: “Massacre Cafunfo: Sobrevivente acusa Rafael Marques de estar envolvido nos raptos e detenções após massacre.”

De repente, uns activistas, destes que agora surgiram do vazio, aparecem a atacar Rafael Marques com um disparate total. Não é coincidência. Torna-se óbvio que se trata de um acto dos santistas para manchar Marques, depois de ter exposto Tchizé. É evidente que a maior parte dos activistas que andam por aí, não são mais do que assalariados dos santistas e dos marimbondos, com a tarefa de lhes fazer os fretes e atacar quem os denuncia.

A rapidez com que surgiu o ataque a Rafael Marques, após a exposição de Tchizé, é a prova completa da conjugação de interesses entre este activismo novo e a velha oligarquia que destruiu Angola. Não sejamos ingénuos.