Confirmação

ByKuma

21 de Julho, 2026

Não me surpreendeu a decisão que acabou de ser tomada pelos órgãos do MPLA que tutelam as candidaturas, já se perspectivam irregularidades cometidas pelo processo avançado por Higino Carneiro. Ele próprio e alguns próximos, receavam que fossem detectadas as fraudes previamente auto-entendidas, disso dando conta aos camaradas apoiantes da sua comissão de candidatura.
Levantar-se-ão vozes habituais unidas no oportunismo oposicionista midiático, mas neste desafio à probidade jurisdicional a clandestinidade idiossincrática vai dramatizar ruidosamente, para mais uma vez aparecerem como vítimas.
A democracia consolida-se com o cumprimento das leis, das regras, isto chama-se Estado de Direito, não pode ser confundida a liberdade com libertinagem. 
Cada um de nós tem de ser uma sentinela contra a obscuridade na cidadania, infelizmente tempos vivemos em que ela era incentivada de cima para baixo, Higino Carneiro seria o candidato do retrocesso, seria o regresso dos tempos da desgraça.
Este sinal de coragem, de transparência, dentro do espaço e do tempo, dado pelo Partido MPLA, é a garantia que era necessário transmitir com clareza aos cidadãos em geral, e aos militantes do MPLA em particular. Este resultado e conclusão são a face visível de uma candidatura camuflada em promessas inócuas, fantasias ocas, delírios de um grupo que sabe estar fora de prazo, mas que persiste na ideia de que Angola lhes pertence.
O verdadeiro propósito da candidatura de Higino Carneiro, revelar-se-á doravante na solidariedade ruidosa, João Manuel Gonçalves Lourenço, como habitualmente será o alvo predileto dos franco atiradores, é que hoje não cai apenas Higino Carneiro, muitos anónimos e outros nem tanto, irão emergir de imediato, para outros tantos foi um sonho que vai tornar-se um pesadelo.
É gratificante que o MPLA mostre ser responsável, é um passo de gigante na assunção da responsabilidade de Estado, é o que o País necessita para solidificar a confiança, enraizar a esperança, e fazer o caminho sereno que levar-nos-á à Nova República.