A estupidez de condicionar a sua própria liberdade advém do trauma de uma alienação da inteligência humana, da incapacidade de convivência salutar e da postura aviltante do bandido que se entrega a uma forma de terrorismo, sobretudo aquela covarde, foragida, que tenta infligir o caos na dignidade alheia.
Seria fácil enumerar uma lista de nomes angolanos entregues a esta ignomínia, mas mancham de odor pestilento, nauseabundo, a Tribuna de Angola nesta hora de clarificação e de verdade. Não é um vagabundo em Boston, um veneno ambulante em Lisboa, um parasita no Brasil, ou uma criminosa no Dubai, rejeitados pela cidadania, coveiros das suas próprias sepulturas, por muitas lanças e punhais que atirem contra a indiferença do Senhor Presidente da República, que conseguem transmitir inteligência a uma liderança bicéfala do Galo Negro que está deprimida, aflita, com a catadupa realizadora do Governo, factualmente demonstrada.
Que moral tem a meretriz de Marbella e sua mãe, revelando exuberância em jantares multimilionários em Lisboa e iates de luxo na Riviera Espanhola, para virem a público falar na fome e na indigência de Irene Neto, viúva de Agostinho Neto, que nunca deixou de ter apoio material e diplomático do Governo de Angola?
A UNITA deixou há muito de ser um partido político, transformou-se num asilo tóxico contagioso que alberga toda a escumalha; basta cumprir um requisito: manifestar ódio a João Manuel Gonçalves Lourenço.
Deve provocar calafrios a esta gentalha ver água a rasgar as terras áridas do Cunene, verificar feiras de gado e produtos da terra a proliferarem por todas as províncias, os comboios a circular, os hospitais com tratamentos inovadores, 12.000 escolas a funcionar, 9.000.000 de alunos, zinco a embarcar no Dande para os Países Baixos, o cobalto da RDC a embarcar no Lobito e a desembarcar em Antuérpia, os diamantes a serem lapidados em Angola por angolanos, enquanto a oposição desfila folclores mesquinhos ensaiados, fúteis e acrimoniosos.
Não sei se são as falsas sondagens que provocam alucinações, se são os incorrigíveis alucinados que publicam falsas sondagens; é usual, nada de novo. Esta falsa superioridade ruidosa fez sempre o seu caminho, é mais uma repetição das justificações especulativas, é um modo de vida, sobrevivem assim. Mas a cidadania é consciente, sábia, resiliente; na hora certa saberá responder à responsabilidade de assumir o futuro, em democracia, liberdade, em Ordem Pública, esforço, dedicação e devoção ao progresso, e com esperança saberá defender o rumo à Nova República.

