Demagogia e Aflição à Solta

ByKuma

20 de Julho, 2026

Interna e externamente a facção da UNITA liderada pelo fundamentalista separatista Lukamba “Miau” Gato, e pelo seu subserviente e obediente bacharel tirano psicopata intrujão, Adalberto Costa Júnior”Betinho”, multiplicam ataques à instituições do Estado angolano, criam conexões explosivas, e apostam numa ação que quebre a confiança no investimento estrangeiro em Angola.
A Diplomacia do Desgaste e a opção por focar a atuação em viagens internacionais de credibilidade duvidosa, mesmo comprometedora, transmite a imagem de que os problemas internos de Angola só podem ser resolvidos de fora, desvalorizando a soberania das instituições nacionais e a capacidade de diálogo interno,
Em vez de exercer uma oposição construtiva e fiscalizadora dentro do Parlamento e do território nacional, prioriza-se a narrativa de que o país está num estado de exceção permanente, o que afasta o investimento e prejudica a imagem coletiva de Angola no estrangeiro.
As intervenções públicas e os discursos carecem de densidade técnica, económica e social. O recurso constante a chavões vagos sobre “democracia” e “direitos humanos” desacompanhados de estudos de impacto, propostas orçamentais ou alternativas viáveis revela uma oposição assente na crítica estéril.
A banalização do discurso político transforma debates complexos sobre o desenvolvimento de Angola em slogans fáceis, evidenciando uma falta de substrato estratégico para governar ou para apresentar soluções concretas aos cidadãos.
Ao privilegiar a projeção pessoal e externa, a liderança afasta-se das verdadeiras dinâmicas e prioridades da oposição interna, que deve ancorar-se nas lides do quotidiano das comunidades, enfrentar os desafios que carecem de pactos de concertação social dentro de portas.
Cria-se um fosso entre a liderança que discursa em escadarias e vãos de escadas e a realidade vivida pelo eleitorado em solo angolano, que procura respostas práticas para os desafios do dia a dia e não discursos descontextualizados gerados além-fronteiras.
Com a proximidade da hora da verdade o pânico está instalado, o apelo ao separatismo cada vez mais evidente, sobrepondo claramente linhas ancestrais distorcidas na busca de uma união rural, apela-se a uma política de sobrevivência mascarada de progresso, revelando a matriz de um fracasso anunciado.
Persiste na UNITA a postura de dependência externa, ainda não entendeu a contemporaneidade angolana, vive na fantasia de chancelas de Lisboa, Paris, Ouagadougou, ou de forma obscura Moscovo, isto quanto factualmente se confirma que uma parte significativa da UNITA vai votar MPLA, PRA-JA, e vai abster-se,o Galo Negro ainda consegue segurar o voto do medo, do tribalismo, e alguns desesperados pelo regresso ao passado e ao perdão para que possam retomar vícios estancados por JoãoManuel Gonçalves Lourenço.
Angola está bem, confiante, estável, segura, institucionalmente consolidada, vive em democracia, desfruta de liberdade, os sucessivos Fóruns, Colóquios, Conferências internacionais confirmam esta normalidade soberana e Luanda está aberta ao mundo sem complexos, e os cidadãos aguardam com ansiedade e muita esperança a Nova República.