Espurco

ByKuma

18 de Julho, 2026

Os companheiros do caixeiro viajante que leva Angola na bagagem para vender a prazo em Bruxelas, Bélgica, são o colombiano narcotraficante Andrés Pastrana, o golpista exilado Umaro Sissoco Embaló, também traficante foragido da Guiné Bissau, e o eurodeputado alemão Michael Gahler, tido como extremamente racista e xenófobo, que tem uma visão retrógrada dos africanos, e que tem nas suas intervenções a ideia de uma neo-colonização como forma de resolver os problemas de África.
É esta gente ignóbil, indecente, sórdida e torpe que recebe em salas escondidas o líder deprimido subserviente da UNITA, o bacharel tirano psicopata intrujão, Adalberto Costa Júnior “Betinho”.
Mas estas sessões têm um propósito político que obscurece a realidade, em cada uma das viagens de turismo e negócios, leva consigo dirigentes novos, impressionam-se, ficam deslumbrados, e o líder exibe-se como portador de uma credibilidade pífia, inócua, que se traduzem em opíparos repastos e retratos para a propaganda que se traduz numa mão cheia de nada.
Mas há algo importante e revelador de uma postura aventureira e muito perigosa, importa denunciá-la para que não haja surpresas e não apanhe os mais desprevenidos com slogans assentes em mentiras sem vergonha. Em todas as suas viagens ao estrangeiro a mensagem que leva na bagagem é sempre a mesma, falar mal do País, denegrir as instituições, agredir a dignidade de titulares de cargos no Estado, uma falta de vergonha que já lhe trancou portas em Portugal, França e Estados Unidos da América, parceiros que hoje sabem o que é Angola e como tudo mudou positivamente com João Manuel Gonçalves Lourenço.
Luanda é hoje uma capital onde se realizam fóruns, colóquios, conferências internacionais, recebeu a visita de Sua Santidade Leão XIV, sucedem-se visitas de Estado, multiplicam-se presenças de grandes investidores, o País floresce como nunca, e o que sobra da UNITA são património destruído e famílias desfeitas por onde passaram. 
A UNITA ainda não deixou de ser um Movimento sabotador, esconde com o desejo de implementação de autarquias um problema que criou, foi objetivamente que fez deslocar milhões de cidadãos, esvaziou o Interior do País e, simultaneamente, criou uma pressão demográfica na capital e periferia, ingovernável.
O que diz sobre isso? Nada!
O que faz sobre isso? Nada!
Sabem disso? Sabem! O objetivo foi claramente ganhar votos em Luanda e Icolo e Bengo.
Nunca Angola foi uma prioridade para o Galo Negro, está no ADN da sua matriz, dependência e clandestinidade, dois conceitos que criam uma idiossincrasia ocasional com Higino Carneiro, que veio ao palco defender e tentar branquear os amigos corruptos, a quem Angola só serviu para sacar ao Erário Público. 
Falta cada vez menos para atingir a irreversibilidade, 2027 é já ali ao virar da esquina, e democracia está suficientemente consolidada para garantir a liberdade e segurança, e o desenvolvimento garantirá com a vontade da cidadania uma continuidade aveludada, e com certeza vamos todos em festa concretizar a Nova República.