São três. Ambiciosos, oportunistas, e no final do dia, preguiçosos. E esbanjam dinheiro em restaurantes de luxo, algures na Europa, como não poderia deixar de ser.
Um arvora-se em bastonário dos advogados. Passeia a sua vaidade além fronteiras. Nada fez pela Ordem dos Advogados, pelo país. Aparentemente, as poucas iniciativas iniciais foram realizadas por outros. O seu número dois ou algo semelhante. Agora vê o segundo mandato a fugir rapidamente. Foi um vácuo.
O outro, é diferente, gere há muito o seu clube das intrigas, onde publica 90% de notícias falsas, e , de quando em vez alguma coisa interessante. Sem se perceber porquê, tornou-se o intelectual da UNITA, o historiador oficial de Savimbi. Aparece a falar em todos os cantos, adiantando as teses mais absurdas, mas sendo ouvido como um profeta. Será profeta, o profeta do erro.
O terceiro voa com o vento, vai de lá para cá, e de cá para lá. Mais um artista. Este sem nenhuma substância. Um dia ninguém dará mais por ele. Irá como areia ao vento.
E estes são os grandes auto-nomeados guias do povo. Pobres de nós se precisamos da condução de José Luís Domingos, José Gama ou Vitor Hugo Mendes. Felicidades para eles…

