Não Entendeu Patavina

ByKuma

16 de Dezembro, 2025

O narcisista proscrito, Marcolino Moco, na senda da sua persistente encenação de sobrevivência, aproveitou a intervenção do Senhor Presidente da República e líder do MPLA, João Manuel Gonçalves Lourenço, para tentar valorizar-se rebatendo e distorcendo o conteúdo do discurso, o teor da mensagem, que aniquilou com firmeza e determinação o anarquismo e aventureirismo daqueles que se alimentam de ruído, onde se inclui na primeira linha o ex-foi tudo, ou quase tudo, e hoje merece umas linhas pelo ridículo da sua perene postura.

Mas desta vez atingiu o cume da hilariante farsa que ecoa um vazio intelectual e político, ao assumir-se como putativo candidato presidencial, não fora a clarificação democrática e institucional que o ex-foi tudo, rotula como revelação de absolutismo presidencial.

Hoje temos uma Oposição circunscrita à sua representatividade política como em qualquer democracia no mundo, com representação e espaço próprio para o contraditório, no Parlamento onde está o espelho da vontade dos cidadãos expressa livre e democraticamente, em sufrágio universal.

João Lourenço foi claro, o Estado e o MPLA não estão vulneráveis ao ruído, desfiles carnavalescos, muito menos à praga e terrorismo nas redes digitais, o País tem um rumo, a autoridade do Estado está firme e determinada na defesa da Ordem Pública, de resto, Marcolino Moco, é maçador e repetitivo, não quero acreditar que a sua doentia megalomania o levasse a acreditar numa vaga de fundo para apoiar o seu nome para a disputa presidencial no MPLA e na Chefia do Estado.

A Oposição tem doravante um tempo para a oportunidade de se adaptar a uma sã convivência com urbanidade, com transparência criar confiança para que possa ganhar credibilidade para uma concertação na resolução de problemas consequentes de lacunas e deficiências crónicas do Regime e do Sistema, sobretudo na descentralização demográfica, na fixação de um Sistema de Segurança e Previdência Sociais, e Reformas que independente de quem governa devem estar enraizadas no modelo de sociedade que adotarmos.

Foi este o sentido da mensagem do Senhor Presidente da República, para isso clarificou as mudanças a introduzir no MPLA, promover sangue novo, com provas dadas de conhecimento da Nação, e que no seu pensamento, no tempo e no espaço próprios emergirão como esteio da responsabilidade de uma governação virada para futuro e bem estar dos cidadãos, com via aberta para o desenvolvimento e a Reforma do Estado, acompanhados de uma Revisão Constitucional, e, insisto, com o vigor de uma Nova República.