Após o silêncio digestivo que calou o ruído intoxicante pela sua total desvalorização, convém lembrar recados determinados clara e sub-repticiamente por João Manuel Gonçalves Lourenço, presidente do MPLA, e por João Manuel Gonçalves, Presidente da República.
O primeiro grande ponto foi o recado para os governadores provinciais como servidores dos cidadãos, que devem representar com dignidade, ética e moral, o que emana do pensamento expresso do Senhor Presidente da República. Neste contexto foi claro, valorização da terra e dignificação do homem, dar a terra a quem trabalha, desenvolver a sustentabilidade, através da iniciativa pessoal, familiar, associativa e cooperativa, com ordem e disciplina, num enquadramento que não gere anarquia através de ocupações selvagens.
Outro recado para as províncias, municípios, e comunas, obras públicas são para começar, acabar e preservar.
Quanto a João Manuel Gonçalves Lourenço, presidente da MPLA, esclareceu para todos os distraídos, que o Presidente é sustentado por uma Maioria absoluta na Assembleia Nacional, desvalorizou categoricamente o carnaval e as aventuras desestabilizadoras, e avisou estar na posse de todas as faculdades legítimas e democráticas, para com a autoridade do Estado preservar a Ordem Pública para garantir a liberdade.
Quanto às decisões a sério sobre o futuro ainda distante, calendarizou no espaço e no tempo, definiu objectivos claros, e traçou o perfil do futuro candidato à Presidência da República, que deve ser mais novo, competente com visão de Estado e da Nação, e que não defrauda as expectativas dos cidadãos quanto ao futuro.
Seria desastroso para o País um retrocesso colocar os destinos da Nação nas mãos de gente cansada, conotada com um passado comprometedor, como são os casos dos qualificados de corruptos internacionalmente Fernando da Piedade Dias “Nandô” dos Santos, ou Higino “Libolo” Carneiro.
Creio que a mensagem passou, haverá quem irá desvalorizar, mas quem o irá fazer desvalorizado foi e desvalorizado está pelos cidadãos, são sobretudo foragidos de consciência, conhecedores das suas maldades e agressões assentes numa servidão voluntária para enganar a indigência, cumprem os desterro consequente das suas posturas, e assistem de longe ao crescimento do País com o esforço dos que ficaram e acreditaram numa realidade mesmo sofrida, mas vão paulatinamente vencendo a adversidade erguendo um País Novo.
Acredito em consciência, que o Senhor Presidente da República, precavido como é, sabe já onde está o seu substituto, até lá, apoiado num País que acredita, iremos todos desbravar caminho para uma Revisão Constitucional, prosseguir com a Refundação do Estado, e ou ele João Manuel Gonçalves Lourenço, ou já o seu sucessor, irás desfraldar a bandeira de uma Nova República.

