Uma das consequências vantajosas da liberdade é dar a oportunidade de sermos iguais a nós próprios, sem filtros, do patriotismo ao terrorismo tudo se revela, cada gesto cada palavra, mostra a plenitude dos intenções.
Na sua estadia em Portugal, o brigadeiro de fisga, bacharel tirano psicopata, mais que intrujão, ACJ “Betinho”, em todos os lugares por passou e debitou faladura, LUSA, CNN. SIC-Expresso, Observador, pintou um quadro catastrófico de Angola e dos seus dirigentes, mas foi no Centro Comercial UBBO na Amadora, que surpreendeu com a sua radiografia, incapaz que foi de criticar Sissoko Embaló, o golpista da Guiné Bissau, por ser seu grande amigo pessoal e aliado.
Estava dado o mote a partir de Lisboa para que Paula Roque, David Boio, Rosa Prata e o Frei Hangalo, guiados por Luaty Beirão- o que aconteceu ao Graça Campos?- apelassem de forma veemente a uma insurreição geral, deixando-se levar pela visão obscura da realidade angolana. São agitadores encartados, falhados profissionalmente, em busca de lugar na política mas que a realidade mostra-lhes que não têm capacidade, nem vez.
Primeiro que a UNITA atual não tem capacidade de mobilização, tivera e já o tinha feito. Está fragmentada internamente, e sente-se acossada pela proximidade de 2027, tanto pelo MPLA como pelo PRA-JA, e o mais importante objectivo é assegurar emprego de deputado para os herdeiros da oligarquia déspota familiar. Veremos os elegíveis, Arlete, MIhaela, Sapiñala, Ekuikui, Liberty, Felicidade (esposa do “Miau”), Lucy Lukamba (filha do “Miau”), Dembo, Navita, porque é o sonho de todos os ilustres filhos dos herdeiros da Jamba, e Ovimbundos de preferência. Depois temos os serviçais “lambecus”, como Francisco Viana e Irina Dinis.
Se ontem na no comité Essencial, Luaty Beirão, David Boio, Frei Hangalo, Rosa Prata,não vomitaram ódio e terrorismo, fizeram o quê?
Eles nem sequer querem eleições, querem desordem, querem o caos, querem cinzas e sangue.
Essa é a democracia deles, e fazem-no em liberdade. Até quando?
O regime está doente, o Sistema está caduco e vulnerável, há uma PGR que falhou, cabe a responsabilidade ao MPLA, em Congresso, encontrar os instrumentos para uma regeneração capaz de devolver aos cidadãos a confiança no Estado, o desenvolvimento ajuda, o País está a crescer, mas é necessário desburocratizar e agilizar os Serviços Públicos, valorizar as autoridades reguladoras, não temer avançar para um Revisão Constitucional, rasgar um caminho de confiança e esperanças cum uma Nova República.

