No palco ornamentado pela resignação, com o ensurdecedor ruído das culpas, acusações, e dedos apontados ao descalabro, com distinta lata, própria de um nefelibata alucinante, desesperado ACJ “Bétinho” tenta obscurecer a descrença com apelos ignóbeis de uma impreparação crónica anunciada no tempo, e com a derrota previsível estampada no rosto cansado, apelou à política administrativa em busca de respostas ao seu fracasso.

A alternância não é uma obrigatoriedade da Democracia, é uma possibilidade que advém da vontade dos eleitores no exercício da sua cidadania, controlar a vontade popular com o medo é banal com tiranos na clandestinidade, agredir sistematicamente as instituições é arruaça, anarquia, na tentativa de afronta à legitimidade na defesa da Lei, da igualdade, e da tranquilidade públicas.

Os jornalistas livres e independentes, cumprem a sua missão com critérios definidos, foram eles que promoveram ACJ “Bétinho”, a UNITA/FPU, foram eles que tornaram público o anúncio com pompa da desgraçada escolha de Lukamba “Miau” Gato, um belicista militante do totalitarismo e subserviente aos resquícios do Apartheid, o caos em que se tornou o SOVISMO é a consequência das suas políticas mentirosas, racistas, tribalistas, subversivas, que a esmagadora maioria dos cidadãos rejeita, cansados que estão dos escombros deixados nos trilhos da UNITA e seus sanguinários.

Porque não criticam Marcolino “Oportunista” Moco na sua colagem ao Galo Negro?

Deixam a bandeira da UNITA ornamentar como adereço de palco do Raúl “Idiota” Dinis, um boçal ostracizado na sua indigência? Nunca se demarcaram publicamente.

Abrem as portas, deixam-nas escancaradas a Abel “Totozinho” Chivukuvuku, que não há muito tempo denunciou a UNITA como ninho de horrores e perseguições? Agora volta relegando para plano secundário militantes que deram a cara pelo Galo Negro, nomeadamente Isaías Samakuva e Alcides Sakala, o mais prestigiado político da UNITA internacionalmente?

O que diz ACJ “Bétinho” do pseudo-jornalista Vítor Hugo Mendes na sua cruzada covarde contra o MPLA a partir do conforto de Lisboa, pago principescamente pelos kwatchas?

Não é ACJ “Bétinho” impulsionado pelo seu narcisismo insaciável que debita decibéis na Voz da América, na RTP África, na TV da UNITA em Bruxelas, que afirma arrogantemente que tem tudo controlado e tem meios para fiscalizar os Votos dos cidadãos? Ou este discurso é para sacar os envelopes de Euros e Dólares dos saqueadores para distribuir em opíparos almoços na Vila Alice e rechear contas offshore?

Na epopeia da Convulsão Social continuam ativos Nélito Ékukui em Luanda e Adriano Sapiñala em Benguela, são os resistentes de um objetivo inócuo, sem ideias, com programa único da violência, mesmo Navita Ngolo no Huambo diz-se desolada por falta de coordenação política da direcção do Partido, desmoralizada começa a baixar os braços.

Não se ganham eleições por Decreto, nem se governa sem ideias e capacidade, ACJ “Bétinho” está a tornar-se o maior FLOP político em África, Lukamba “Miau” Gato está a revelar a face do maior tirano sectário, racista, tribalista, e inquisidor da política angolana pós-Independência.