Basta ler e ouvir as duas últimas intervenções públicas de Adalberto Costa Júnior e Marcolino Moco, escorados por Mihaela Webba e agitadores activistas, para deduzir acontecimentos como os que assistimos hoje, lamentavelmente transmitido para o mundo por câmaras estrategicamente colocadas no local, onde desordeiros jovens, facilmente alienados, davam azo aos incentivos proclamados.
Depois, demagogicamente, em jeito de provocação, querem debater:
Debater o quê?
Terrorismo?
Subversão?
Sabotagem?
Clandestinidade?
Afronta à Ordem Pública?
Agitação?
Medo?
Pânico?
Deixem-se de sofismas, tirem a máscara, tenham vergonha, é inverosímil qualquer semelhança entre um arruaceiro incentivador à violência e um político responsável capaz de demonstrar maturidade para governar, o aproveitamento da desgraça é uma ordinarice inqualificável da dignidade humana.
Nada disto é novo, a metodologia até está mais sofisticada, é intolerável que mesmo a Oposição não se demarque deste vandalismo assassino, resguardam-se em culpas, em deduções inquisitoriais, em julgamentos levianos, cercando de caos o Estado no que concerne o Governo e a Justiça, e todos aqueles que salvaguardam a Liberdade.
Chega!!! Chega!!! Chega!!!
Na previsibilidade dos discursos desta gentalha, se não forem travados, iremos assistir ao engrossar da destruição, é a doutrina de uma vida em ação, cobardemente mobilizam-se jovens em idade precoce para a linha da frente, e aparecem como heróis valentes em discursos inflamados em sucessivas verborreias para colmatar a cada vez mais previsível derrota eleitoral.
Definitivamente, contra a perspectiva governamental reafirmada pelo Presidente da República, a UNITA/FPU avança declaradamente para a insurreição, para a rebelião, é o método dos fracos, dos derrotados, para atingir o Poder pela via do caos, mesmo em democracia há limites, e a agressão verbal e não só, atingiu um ponto que se não for silenciada, pode trazer dissabores que nesta altura ainda podem ser evitados.
A UNITA/FPU é, já, activa e passivamente, um ninho de subversão inqualificável em Democracia.