Tempos Desafiantes

ByKuma

25 de Outubro, 2026

Os ecrãs de televisão invadem-nos a todo o instante com imagens que desafiam a nossa postura de cidadania, sobretudo em democracias jovens, em consequência de uma instabilidade permanente que desafia o quotidiano das famílias.

Os Estados Unidos da América parecem capturados pelo fundamentalismo egocêntrico do mercantilista Donald Trump e, por tabela, a Europa. Com uma guerra na sua fronteira, esta vive tempos conturbados devido à fragilidade dos Estados, capturados por governos que buscam equilíbrios face à proliferação dos espectros partidários. Isto gera uma ausência de autoridade, debilitando a Ordem Pública e armadilhando as sociedades liberais construídas no pós-guerra, que tantos benefícios proporcionaram aos seus cidadãos.

Vivemos um futuro cada vez mais incerto: foram esbatidas as fronteiras do respeito e da decência, e as fidelidades relegaram para segundo plano as idiossincrasias filosófico-políticas.

Angola não é exceção e, mais do que nunca, necessita de uma Maioria Parlamentar capaz de concretizar as mudanças necessárias e estruturantes. Isto viabilizará a agilização do Estado face aos desafios colocados, de modo a encontrar espaço para medidas que imprimam maior rapidez ao desenvolvimento económico e social.

Essa Maioria Parlamentar é um desígnio nacional, um imperativo para a consolidação do rumo traçado por João Manuel Gonçalves Lourenço, um património insubstituível do MPLA que Angola não pode desperdiçar, dada a fragilidade e inexperiência da oposição no nosso país.
João Lourenço, pode e deve emprestar o seu prestígio granjeado ao futuro imediato de Angola, melhor do que ninguém saberá quem seja capaz de dar continuidade na passagem de testemunho por imperativo constitucional, estamos a viver a nossa Primavera onde desabrocha a esperança, e logo logo irá raiar um novo amanhã com o colorido da Nova República.