Escandalosamente Dos Santos

ByKuma

3 de Setembro, 2026

Depois da sumptuosa, desconcertante e abusiva festa de Isabel dos Santos no Dubai, em que se pensava ter assistido aos maiores insultos à pobreza de milhões de angolanos, após o saque quase ilimitado permitido pelo déspota através de um nepotismo exacerbado, pactuado e, pelo visto, conivente com a UNITA, surge Tchizé dos Santos, a quem o líder deprimido e subserviente do Galo Negro, o “engenheiro sem diploma”, tirano, psicopata, intrujão, ACJ “Betinho”, avençado e comprometido, quer amnistiar.
Entre um iate e noites escaldantes em Marbella, Espanha, com despesas de dezenas de milhares de euros diários, ofereceu à mãe, Maria Luiza Abrantes “Milucha”, no snob e exclusivo Castilho 59 Clubhouse, em Lisboa, um jantar-festa noite adentro que custou a módica quantia de 148.756,00 euros, com direito a limousine para a auto-intitulada nobreza.
Surpreendente foi a ausência de Bonga no aniversário de Milucha (ressentimentos?). Será que algo não correu bem nas noites escaldantes em Paris, com o cantor angolano em casa de um amigo meu na Cidade Luz? Depois da Chica junto ao Pompidou e do Aux Trois Mailletz, em Saint-Jacques, o quarto do meu amigo serviu de motel para a noitada à moda de Porto Kipiri, aos sobressaltos ao ritmo do semba.
É disto que a pseudo-elite da UNITA tem saudades. Não por acaso, o Sovismo foi transformado em salão de festas de gala, onde o exibicionismo e a ostentação marcam presença, ciceroneados por Felicidade Chipula Paulo, segunda esposa do monarca mbundo, racista, xenófobo e separatrista, Paulo Lukamba “Miau” Gato.
De Singapura às Ilhas Maurícias, do Dubai a Marbella, Ibiza, Mónaco, e com exuberância em Lisboa, os fundos saqueados ao erário público de Angola, entre 2002 e 2017, comprometeram a idoneidade da cidadania angolana. Teve um custo elevadíssimo, e os cidadãos sabem quanto custou. O Senhor Presidente da República assumiu o desafio, não foi tarefa fácil, entre dívidas e obras inacabadas, inverteu parcialmente a tendência da corrupção generalizada, a cidadania apoiou-o em 2022 e sabe que tem de dar continuidade em 2027. Daí ser de elementar bom senso coletivo apoiar João Manuel Gonçalves Lourenço, para que estes escândalos exibicionistas possam dar lugar à sobriedade e à dignidade de Angola no plano global, permitindo-nos caminhar com esperança para uma Nova República.