Angola tem afirmado, de forma inequívoca, a sua capacidade para acolher sucessivos colóquios e conferências de relevo internacional, sob a égide das Nações Unidas e da União Africana. Estes eventos não são apenas marcos diplomáticos, são o reflexo direto de um país que consolidou a sua estabilidade e se posiciona, com naturalidade, como um centro nevrálgico de decisão e debate em África.
No plano interno, a dinâmica económica e social recentemente evidenciada na FILDA revela um ritmo de transformação que, muitas vezes devido à vasta e imponente dimensão do nosso território, ainda surpreende muitos cidadãos. A proliferação de infraestruturas nobres, unidades hoteleiras de referência, centros de conferências modernos, aliada a uma capacidade organizativa ímpar e a elevados padrões de segurança, demonstra que o país construiu as fundações logísticas e institucionais necessárias para competir à escala global.
De tudo isto emerge uma liderança regional evidente. Trata-se de uma conquista estrutural conseguida pelo atual Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, e por uma equipa governativa cada vez mais coesa, focada e capaz de entregar resultados tangíveis.
É, por isso, lamentável verificar o contraste com a oposição interna. Num momento em que o país avança a passos firmes rumo à modernização, assistimos a uma postura estéril e destrutiva por parte daqueles que deveriam contribuir para o debate democrático, mas que continuam incapazes de se apresentar como uma alternativa programática viável, construtiva ou com visão de Estado.
Angola não tem tempo a perder com o ruído de quem se refugia na negação do progresso. O rumo está traçado, os resultados estão à vista de quem os quer ver, e o compromisso com o futuro do país continua a fazer-se obra a obra, conquista a conquista.
A UNITA continua num sonho profundo que a faz flutuar no mundo mágico de Aladin, num estalar de dedos muda tudo, transforma Angola no Dubai, um bairro luxuoso nos Emirados Árabes Unidos, que cabe na Ingombota, e onde há um rico para cada 10 escravos, e em cada 8 ricos são refugiados e foragidos da justiça dos seus países por crimes de todo o género, onde também há angolanos autoexilados que vivem sumptuosamente com os fundos sacados do Erário Público de Angola, como é o caso de Isabel dos Santos.
O Galo Negro é hoje uma concentração de vaidades, de egos exacerbados, que estão ao serviço de uma Amnistia e uma promessa de separatismo, que vai alimentando a verborreia existencial. Sem noção da dimensão territorial e do desenvolvimento regional, são surpreendidos cada vez mais como que o País construiu, produz, exporta, sendo ultrapassados pela exigência de uma oposição participativa, construtiva, capaz de acompanhar no percurso da Nova República.
Angola: A Nova Fronteira da Liderança Africana e do Desenvolvimento

