Capoeira do Galo – O Reino do Delírio

ByKuma

21 de Junho, 2026

Continuamos a assistir na política oposicionista um show de exibicionismos assente num novo-riquismo estranho, endinheirado, com hábitos burgueses, mas estéril na consequência. Dos restaurantes de luxo a desfiles eróticos, de palanques encenados a datas festivas sucessivas, de encenações justificativas de falhanços repetidos à tentativa de um impressionismo balofo e bolorento.
O que diriam os “iluminados” da UNITA e toda seita tóxica que gravita na sua dependência, se a filha de João Manuel Gonçalves Lourenço, de competência internacionalmente reconhecida da sua liderança na BODIVA, chegasse a um local de Luanda ou a uma concentração do MPLA no Jeep da Mercedes mais caro da marca alemão, blindado, com motorista e segurança? Estará a afrontar o líder e acompanhar Adriano Sapiñala no assalto previsível? Até a Fortaleza da Capital estremecia tal era o estrondo do cacarejar do Galo Negro: Indecência desnecessária,própria dos fracos de espírito, conscientes da sua própria insignificância. É este o retrato da nova omnipresente da UNITA, da estrela em ascensão, do triunfo da mestiçagem na Capoeira de Jonas Malheiro Savimbi.
Mas o palco do desfile vai de Luanda a Lisboa via Dubai, restaurantes de luxo, vinhos velhos do Douro, onde a embaixada da maledicência planeia e manda executar as intrigas ao Senhor Presidente da República, e um ódio exacerbado permanente a João Manuel Gonçalves Lourenço, e agora em concertação, também visível contra Fernando Garcia Miala. Faltou à mesa na capital portuguesa Graça Campos, mas esse, hoje, tido como residual caquético, é o pombo correio que até já saturou os seus “compagnons de route” essenciais, que o tempo encarregar-se-á de revelar mais claramente oportunismos e arrependimentos.
Angola entrou numa marcha irreversível, com raízes que se vão consolidando, não pode estar vulnerável a aventuras de quem tem na mente uma clandestinidade permanente, a Nação angolana já não pode estar dependente de promessas vãs, repito vezes sem conta, tudo mudou em 2017, a cidadania reforçou a mudança em 2022, vivemos democracia, respiramos liberdade, e com esperança vamos todos saudar em 2027 a Nova República.