João Manuel Gonçalves Lourenço

ByKuma

31 de Outubro, 2026

Mais do que uma viagem ou um discurso, a obra transformadora é o legado que o Senhor Presidente da República, de forma discreta e introvertida, imprimiu nos dois mandatos na mais alta magistratura do País.

Hospitais, escolas e universidades, o Corredor do Lobito, portos e aeroportos, a Refinaria de Cabinda, a irrigação no Cunene e, sobretudo, o virar de página de uma Angola conotada negativamente para uma parceria global prestigiada e respeitada.

Já não pode ser apenas por ignorância dos maldizentes; é por má-fé que alguns persistem em escamotear o que João Lourenço encontrou e o que nos vai deixar como herança. É o preço a pagar perante uma seita intelectualmente desonesta, cujo comportamento se reflete num permanente escárnio e maldizer.

Ninguém no nosso tempo inventou a roda. Cientificamente, os registos apontam para a Mesopotâmia (por volta de 3500 a.C.), onde os sumérios usaram as primeiras rodas como torno de oleiro para moldar cerâmica, e não para transporte. Mais tarde, foram adaptadas para carroças e veículos de tração animal. Apontam também para a Europa Central e Oriental (por volta de 3500–3100 a.C.), onde foram encontrados vestígios e representações em cerâmica na Polónia (Vaso de Bronocice), na Eslovénia (a famosa Roda de Liubliana, datada de cerca de 5200 anos) e na região dos Cárpatos. Estudos mais recentes sugerem ainda que mineiros de cobre na região dos Cárpatos ou da Europa Oriental podem ter impulsionado o desenvolvimento de eixos e rodas por volta de 3900 a.C. para facilitar o transporte nas minas.

Transportando esta invenção civilizacional para os dias de hoje, Angola funciona como uma engrenagem monumental que gira de Cabinda ao Cunene, do Atlântico ao Leste, e viaja de comboio até ao Índico. Contudo, essa dinâmica tem um eixo fixo e firme: João Manuel Gonçalves Lourenço, o seu núcleo duro, experiente na governação, determinado na liderança e com capacidade de construir pontes, não com os auto-excluídos, mas entre o passado, o presente e o futuro da Nação angolana, dignificando e robustecendo a cidadania.

Angola poderá ser o que todos queremos. Hoje, dadas as circunstâncias de um passado que ficou lá atrás, temos a Angola que é possível, em constante mutação para a Angola que ambicionamos. Contudo, ainda há forças de bloqueio e fronteiras de conveniências pessoais e coletivas. A atestar este desiderato está a tentativa forçada de agitação, tanto mais visível quanto se aproxima o Congresso do MPLA.

Por que razão a continuidade causa tanto medo aos servidores de causas alheias? Porque o MPLA tem sabido regenerar-se na sua grandeza: lutou pela Libertação, conseguiu a Independência, fundou a Nação, enfrentou e venceu uma guerra civil fratricida, e soube reciclar-se numa mudança salvadora por imperativo de saneamento de uma teia sanguessuga tecida por interesses transversais ao espectro político, na qual uns eram mais iguais do que outros, realidade à qual a visão e determinação do Senhor Presidente da República puseram fim.

É por conquista e por direito próprio que João Manuel Gonçalves Lourenço é reconhecido, interna e internacionalmente, como o Eixo da grande engrenagem chamada Angola. e sem ele a roda não gira. Melhor do que ninguém sabe quem pode dar seguimento ao rumo traçado, e cada vez mais há a percepção que a cidadania disso já deu conta, e 2027 é uma fronteira ser vencida, consolidando a democracia, garantindo a liberdade, e com esperança abrir caminho à Nova República.