Descrença, desencanto, liderança balofa e híbrida é o que se constata nas proeminentes figuras da UNITA, tanto que já se discute nos bastidores a substituição do líder subserviente, deprimido, bacharel tirano, psicopata e intrujão, Adalberto Costa Júnior (ACJ “Betinho”), que, ao que se julga, esvaziou todo o seu charme no marketing que cativou uma seita (tida como sociedade civil), todos com rabo de palha em busca de protagonismo.A UNITA de ACJ “Betinho” vendeu-se em saldo; acolheu uma chusma de proscritos e afastados, uns por incompetência, outros em busca de imunidade e outros tantos brincalhões de um carnaval colorido que retiraram espaço à verdadeira militância, a qual se sente frustrada por falta de expectativas cada vez mais evidentes.
A percepção de que o Galo Negro terá um menor Grupo Parlamentar num futuro parlamento provoca resignação a muitos e impulsiona uma luta feroz a outros por um lugar seguro na Assembleia Nacional.As prioridades provocam dúvidas.
Há um escalonamento hierárquico estabelecido, mas há, também, a necessidade de competências. O dilema está em encontrar equilíbrios diante das promessas feitas pelo líder que, no discurso, mais uma vez antecipou a vitória; agora, na hora da verdade, confrontado com a realidade, instalou-se o pânico.A verdadeira sociedade civil encolheu-se e os apoios internacionais dissiparam-se.
As manas dos Santos, Isabel e Tchizé, afastaram-se e combatem ferozmente ACJ “Betinho”, chamando-lhe mentiroso (o que não é novidade), mas sobretudo apontam a falta de capacidade de apresentar o verdadeiro programa de governo e um governo-sombra, isto ainda sem ter chegado a hora da constituição das listas dos candidatos às eleições em 2027.Viver da crítica, da crítica à crítica, já Genny, companheira de Karl Marx, afirmava ao anarquista Pierre-Joseph Proudhon quando ambos, com Friedrich Engels, criaram uma efémera frente anticapitalista que gerou a fundação do espectro comunista. É tudo retórica comunicacional.
Os tempos modernos são de exigências concretas e há a consciência de que João Manuel Gonçalves Lourenço, nos seus mandatos e sem alaridos, imprimiu uma governação enquanto Presidente da República que colocou o País na senda do progresso, ganhou prestígio e confiança que geraram estabilidade, imprescindíveis muito além do seu consulado.Falta pouco, muito pouco, para que entremos na fase pré-eleitoral.
Muito há para fazer e dizer; a cidadania está atenta e sabe que o futuro está dependente do MPLA, a única força política inteira capaz de assegurar a democracia e a liberdade. O rumo está estabelecido e, com esperança, levar-nos-á à Nova República.

